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Vamos bater meta de produção e reduzir custos de extração, afirma Parente, na OTC

25.Oct.2017

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No segundo dia da OTC Brasil, o presidente Pedro Parente afirma que deveremos atingir a meta de produção de petróleo e gás, feito a ser conquistado pelo terceiro ano consecutivo. Os números de produção do primeiro semestre de 2017, apresentados durante a OTC, demonstram nosso bom desempenho: uma produção diária de 2,17 milhões de barris, acima da meta de 2,07 milhões proposta no Plano de Negócios 2017 - 2021. Outras métricas, como a Taxa de Acidentados Registráveis (TAR) e alavancagem (relação dívida líquida/EBITDA) também têm apresentado um bom resultado, ambas com reduções significativa e dentro dos parâmetros traçados para o ano.

O trabalho firme para reduzir custos no cenário de preços baixos do petróleo foi lembrado pelo nosso presidente, que reconheceu ser muito difícil fazer previsões. "O Brasil reconheceu a necessidade de explorar o potencial de áreas offshore e está aproveitando a oportunidade de aprimorar o ambiente de negócios", disse.

O executivo reforçou que hoje estamos focados em projetos mais rentáveis e que o pré-sal já representa mais da metade da nossa produção como operadores, com baixo custo de extração, inferior a US$ 7 por barril. O  preço mínimo do petróleo para viabilização dos projetos do pré-sal (breakeven ou preço de equilíbrio), que era de US$ 43 no portifólio de três anos atrás, caiu para US$ 30 no Plano de Negócios em vigor, uma redução de 30%.

Segundo Parente, as parcerias e desinvestimentos estão seguindo a mesma estratégia de otimização de portifólio. "Alcançamos US$ 13,6 bilhões no biênio 2015-2016 e estamos comprometidos em atingir a meta para 2017-2018, de US$ 21 bilhões", disse.

Os números apresentados durante a conferência mostram que estamos melhorando nossa atuação. "Estamos nos recuperando mas ainda há muito a fazer", afirmou o presidente.

Veja também:

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Postado em: [Institucional, Atividades]

2 comentários

joão batista de assis pereira

25.Oc.2017

A Petrobras esta reduzindo a pó a Indústria nacional, ai incluídas as Prestadoras de serviços, principalmente as empresas sérias que não foram contaminadas pelo Petrolão e aquelas novatas que certamente apareceriam para compor o cadastro de fornecedores da Estatal, mas estão pagando a conta do aparelhamento na Petrobras. A Petrobras aproveita as ilicitudes ocorridas na Lava Jato para montar o cadastro de seus fornecedores a seu bel prazer, da forma que melhor lhe convier e exterminar de vez com o conteúdo local. As derradeiras entrevistas que concedi a Petronotícias retrata a realidade dos fatos, mas as empresas nacionais prejudicadas, principalmente as prestadoras de serviços não estão reagindo de forma correta e organizada e na devida proporção.

joão batista de assis pereira

25.Oc.2017

Deveriam utilizar mais fortemente da mídia e órgãos de classe com mais intensidade para contrapor a nefasta gestão da Petrobras que só pensa em transferir trabalho e renda para o exterior e entregar a concorrência, excelentes ativos a preço vil. Não vejo, por exemplo, demandas de recursos nos certames licitatórios na adequada proporção, nem mesmo na justiça comum por aqueles que foram injustamente desqualificados, desclassificados ou preteridos, nem daqueles prejudicados pela nefasta modulação dos processos licitatórios, especificações precárias e direcionadas, com ênfase aos deficientes critérios de julgamento das propostas, conforme procurei denunciar e alertar a todos na entrevista que concedi.