Petrobras . Blog Fatos e Dados

home

Blog Fatos e Dados

home

Esclarecimento sobre notícias: Depoimentos relacionados à “Operação Lava Jato

17.Out.2014

Leia nossa nota de esclarecimento sobre depoimentos relacionados à "Operação Lava Jato":

"Em relação às matérias publicadas nos veículos de comunicação, repercutindo os depoimentos do ex-diretor Paulo Roberto Costa e do Sr. Alberto Youssef na 13ª Vara Federal do Paraná, na ação relacionada à 'Operação Lava Jato' da Polícia Federal, a Petrobras informa que vem acompanhando as investigações e colaborando efetivamente com os trabalhos das autoridades públicas.

A Petrobras reforça, ainda, que está sendo oficialmente reconhecida por tais autoridades como vítima nesse processo de apuração.

Por fim, a Petrobras reitera enfaticamente que manterá seu empenho em continuar colaborando com as autoridades para a elucidação dos fatos."

Veja mais

Blocos na Bacia do Acre e exploração de gás de xisto: respostas à Folha de S. Paulo

17.Out.2014

resposta-folha.jpgLeia as respostas que enviamos ao jornal Folha de São Paulo sobre blocos na Bacia do Acre e exploração de gás de xisto.

Pergunta 1: A que se deveu esse lapso de 9 ou 10 meses entre o leilão, ocorrido no ano passado, e a assinatura do Contrato de Concessão, ocorrida em setembro agora?

Resposta: Por estar situada em área próxima à fronteira do Brasil com o Peru, a assinatura do contrato da concessão AC-T-8, adquirida pela Petrobras na 12ª Rodada de licitações promovidas pela ANP, teve que observar exigências do Gabinete de Segurança Institucional, vinculado à Presidência da República, quanto à legislação de pesquisa e exploração mineral nas fronteiras do Brasil, cuja análise demandou um tempo adicional ao das demais concessões.

Pergunta 2: A Petrobras menciona que iniciará o planejamento das atividades relacionadas à exploração na área. Qual a previsão para início das pesquisas e qual a previsão para início das atividades de exploração? O Planejamento das atividades se dará em quais e quantas etapas de agora até o início da exploração?

Resposta: O contrato de concessão do bloco AC-T-8 prevê uma fase exploratória de oito anos, dividida em dois períodos exploratórios (o primeiro, com duração de cinco ano; o segundo, com duração de três anos). O primeiro período exploratório já se iniciou - está em andamento o planejamento para aquisição de dados geológicos e geofísicos na área do bloco, como parte do Programa Exploratório Mínimo previsto no contrato de concessão.

Pergunta 3: Para o início das atividades de exploração, a FUNAI será consultada a respeito pela Petrobras?

Resposta: Assim que forem definidas as atividades para o bloco, a Petrobras dará início ao processo de licenciamento ambiental junto ao Ibama. Caso seja constatada interface da atividade com terras indígenas, durante o licenciamento ambiental, será feita consulta aos órgãos competentes sobre a necessidade de informações ou estudos específicos.
Vale ressaltar que o bloco AC-T-8 não se superpõe a nenhuma terra indígena demarcada.

Pergunta 4: A Petrobras arrematou em novembro de 2013, na 12ª Rodada de Licitações da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o bloco exploratório AC-T-8, da Bacia do Acre. Qual é o atual estágio desses trabalhos, a Petrobras já realiza prospecção ou outras atividades nessa região? Em caso negativo, qual a previsão para o início dos trabalhos?

Resposta: Atualmente, a Petrobras não possui nenhum outro bloco em atividade nesta região. Como o Contrato de Concessão do bloco AC-T-8 foi assinado no dia 30 de setembro deste ano, somente agora poderemos iniciar o planejamento das atividades relacionadas à exploração na área.

Pergunta 5: No bloco exploratório AC-T-8, a Petrobras utilizará sistema de exploração para retirada do denominado gás de xisto?

Resposta: O bloco AC-T-8 foi adquirido na 12ª Rodada de Licitações da ANP exclusivamente para explorarmos as possibilidades de reservatórios convencionais portadores de gás e/ou petróleo. (...)
 

Veja mais

Querosene de aviação: respostas ao Financial Times

14.Out.2014

Leia as respostas que enviamos ao Financial Times a respeito do preço do querosene de aviação:

Pauta: Vamos escrever uma matéria baseada numa entrevista com a ABEAR (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) reclamando da precificação do querosene de aviação e queria muito colocar a posição da Petrobras junto. Iata mostra que o combustível de aviação no Brasil é o segundo mais caro do mundo e, segundo a ABEAR, isso se deve em grande parte ao preço artificialmente alto colocado pela Petrobras. Segundo eles, a fórmula para calcular o preço da Petrobras considera custos de importação do produto, apesar de mais de 90% do querosene ser refinado aqui no Brasil hoje em dia. O entendimento seria que isso é uma forma de compensar as perdas que a empresa sofre vendendo gasolina por baixo do preço internacional e que está botando muito pressão sobre as empresas aéreas.

Pergunta 1: Tem algum comentário em respeito à isso?

Resposta 1: O preço do QAV no mercado interno é baseado no mercado internacional.

Pergunta 2: Pode clarificar como o preço de querosene no Brasil está sendo calculado?

Resposta 2: Os preços do querosene de aviação (QAV) praticados pela Petrobras para as companhias distribuidoras têm sua formação baseada em parâmetros de mercado internacional, ocorrendo oscilações para cima ou para baixo, de forma a manter tais preços competitivos com as alternativas de importação por qualquer agente do mercado que concorra com a Petrobras.

Pergunta 3: A venda do querosene cabe em qual segmento da empresa? Abastecimento? Tem detalhes sobre o desempenho financeiro individual desse produto?

Resposta 3: A comercialização de QAV é realizada pela área de Abastecimento. A Petrobras divulga os resultados financeiros consolidados como empresa."

Obs: A matéria "Petrobras blamed for stalling Brazilian airline growth" foi publicada no Financial Times em 13/10.

Veja mais

Descoberta em águas ultraprofundas na Bacia do Espírito Santo

09.Out.2014

Leia nosso comunicado divulgado em 7 de outubro sobre recente descoberta:

A Petrobras informa que confirmou a extensão de uma acumulação de hidrocarbonetos em águas ultraprofundas, no pós-sal da Bacia do Espírito Santo, através da perfuração do poço de extensão 3-BRSA-1253D-ESS (nomenclatura ANP) / 3-ESS-219D (nomenclatura Petrobras), informalmente conhecido como  Pudim, em profundidade de água de 1.886 metros.

Esse poço está localizado na área do Plano de Avaliação da Descoberta (PAD) de Brigadeiro, a 121 km da cidade de Vitória, no estado do Espírito Santo.

Foi comprovada a presença de óleo de boa qualidade através da análise de dados de perfis, de amostragens de fluido e de teste a cabo, em reservatórios localizados em profundidade de cerca de 3.550 metros.

A Petrobras é a operadora do consórcio para exploração do Plano de Avaliação da Descoberta (PAD) de Brigadeiro (65%), em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda (20%) e Inpex Petróleo Santos Ltda (15%).

O consórcio dará continuidade à perfuração do poço até a profundidade final prevista de 4.500 metros.

Veja mais

Novo poço confirma potencial na Bacia de Sergipe-Alagoas

08.Out.2014

Leia nosso comunicado divulgado no dia 24 de setembro:

A Petrobras informa que identificou a presença de gás durante a perfuração do poço de extensão ANP 3-BRSA-1251-SES (3-SES-181), localizado na área do Plano de Avaliação da Descoberta (PAD) do Poço Verde, na concessão BM-SEAL-4, em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe-Alagoas.

O poço, conhecido informalmente como Poço Verde 1, está localizado a 58 km da costa de Aracaju, em local onde a profundidade d’água é de 2.196 metros. Foi verificada a existência de reservatórios com boas condições de porosidade, confirmando as expectativas do projeto. A acumulação Poço Verde integra o programa de desenvolvimento da Bacia de Sergipe-Alagoas em águas profundas.

A Petrobras, operadora do BM-SEAL-4, com 75% de participação, em parceria com a companhia indiana ONGC, detentora de 25%, dará continuidade às atividades previstas na área.

Veja mais

SBM Offshore: carta à Agência Reuters

11.Set.2014

carta-geral.jpgLeia a carta que enviamos à Agência Reuters e veículos que replicaram o conteúdo de reportagem do dia 8 de setembro:

Com relação à matéria “Mais de US$ 30 bi deixam o Brasil de forma ilícita por ano, diz estudo” (8/9), a Petrobras reitera que a Comissão Interna de Apuração constituída para averiguar denúncias de supostos pagamentos de suborno, envolvendo a empresa SBM Offshore, não encontrou fatos ou documentos que evidenciem pagamento de propina a empregados da Petrobras. O Relatório final da Comissão da Petrobras foi encaminhado à Controladoria-Geral da União, ao Tribunal de Contas da União e ao Ministério Público Federal. Em 2 de abril, a própria SBM Offshore anunciou que sua comissão de investigação não encontrou qualquer evidência de pagamentos impróprios.

Obs: A carta também foi enviada aos veículos O Estado de S. Paulo, Jornal do Commercio e Brasil Econômico.

Veja mais

Divulgamos nota de esclarecimento

08.Set.2014

esclarecimento-imprensa-notebook.jpgLeia a nota de esclarecimento que divulgamos nesta segunda-feira (8/9):

Os meios de comunicação vêm, desde sexta-feira (5/9), veiculando matérias envolvendo o nome da Petrobras a partir de informações não oficiais, obtidas dos depoimentos que o Sr. Paulo Roberto Costa estaria prestando na Polícia Federal.

Sobre isso a Petrobras esclarece que:

1. Não é devido comentar sobre conteúdos não oficiais publicados nos meios de comunicação. Também não cabe comentar sobre investigações em curso ou sobre declarações de pessoas ou empresas sendo investigadas pela Polícia Federal ou por qualquer outro organismo de controle.

2. Sobre seus empreendimentos e negócios, a empresa vem fornecendo informações continuadamente a toda sociedade através do seu site www.petrobras.com.br, de notas à imprensa, de respostas aos meios de comunicação e de comunicados de Fatos Relevantes. Dessa forma deixa transparente tudo que se relaciona com os assuntos em análise ou em investigação.

3. Ademais, a empresa cumpre rigorosamente seu dever e vem prestando todas as informações solicitadas pela Polícia Federal - PF, Tribunal de Contas da União - TCU, Controladoria Geral da União - CGU e Ministério Público - MP, além de estar sempre informando a estes Órgãos sobre novos fatos e dados de que tenha conhecimento. (...)

Veja mais

Ciência sem Fronteiras: respostas ao jornal O Globo

31.Ago.2014

resposta-o-globo.jpgLeia as respostas que enviamos ao jornal O Globo sobre bolsas do programa Ciência sem Fronteiras:

Pauta: "Farei matéria sobre a doação de bolsas de estudo, pela Petrobras, ao programa Ciência sem Fronteiras.

O Ministério da Educação informou que a Petrobras doará 10 mil bolsas, ou seja, o dobro das 5 mil acordadas inicialmente, no lançamento do programa, em 2011."

Respostas:

Pergunta: Qual será o custo adicional da Petrobras para doar as 5 mil bolsas, atingindo um total de 10 mil bolsas doadas ao Ciência sem Fronteiras?

Resposta: O apoio das 5 mil bolsas adicionais para o Programa Ciência sem Fronteiras está estimado em R$ 423 milhões.

Pergunta: Até quando a Petrobras doará as 10 mil bolsas? Com relação às 5 mil bolsas iniciais, a informação que recebi em fevereiro é que elas seriam doadas até 2015.

Resposta: Sobre as 5 mil bolsas iniciais, a Petrobras firmou o Protocolo de Cooperação Científica, Tecnológica e Inovação com o CNPq e Capes, em 09/05/2012, no qual foi estabelecido, por meio de um Plano de Trabalho, que os valores serão desembolsados ao longo da vigência do Protocolo, que tem duração de 84 meses. Com relação ao compromisso firmado este ano de mais 5 mil bolsas, ainda é necessária a conclusão do Plano de Trabalho junto ao CNPq e Capes para a definição dos prazos. A Petrobras definiu que a contribuição ao Programa seria feita por meio de termo de cooperação, sendo as bolsas concedidas pelo CNPq e pelo Capes.

Pergunta: O que levou a Petrobras a dobrar o número de bolsas doadas ao Ciência sem Fronteiras?

Resposta: Diante da necessidade de fomento à formação de mão-de-obra qualificada no Brasil, diversas iniciativas de estímulo à formação de recursos humanos na indústria de óleo e gás vêm sendo desenvolvidas e implantadas pela Petrobras. O apoio ao Programa Ciência sem Fronteiras, nas áreas de conhecimento de interesse da indústria de óleo & gás, é um exemplo (...)

Veja mais

Balanço da gestão Graça Foster: respostas ao jornal O Globo

31.Ago.2014

resposta-o-globo.jpgLeia a resposta que enviamos ao jornal O Globo sobre “Balanço da gestão da presidente Graça na Petrobras”:

Pauta: Estamos fazendo uma matéria para a editoria Nacional para sair neste domingo. Após falar com analistas ontem e hoje, chegamos a conclusão de que é preciso ouvir a posição da companhia.

A ideia da matéria é fazer o balanço da companhia desde que Graça assumiu a empresa, em fevereiro de 2012. Analistas destacaram o seguintes pontos:

1) Os problemas com a defasagem de preços dos combustíveis.
2)  Aumento do endividamento.
3) Queda no lucro líquido.
4) Produção andando de lado.

A conclusão deles é que a mudança prometida pela presidente Graça ainda está muito tímida, com a reversão dos números.

Resposta enviada:

1) Reajustes de combustível de 2012 a 2014

Neste período foram realizados 10 reajustes de preço: 4 no preço da gasolina e 6 no preço do diesel que totalizaram, respectivamente, 19,5% e 31,8%.

Em novembro de 2013 foi apreciada pelo Conselho de Administração e implementada pela Companhia a política de preços de diesel e gasolina que, junto com o aumento da produção, objetiva adequar os indicadores de endividamento e alavancagem aos limites estabelecidos por este Conselho até dezembro de 2015. 

Esta política visa alcançar a convergência dos preços no Brasil com as referências internacionais sem repassar a volatilidade dos preços internacionais ao consumidor doméstico.

2) Aumento momentâneo do endividamento para crescimento da Petrobras

producao-2014.gif

Desde 2012 investimos R$ 230 bilhões, enquanto o endividamento líquido aumentou R$ 138 bilhões. Este volume de investimentos representa a dimensão das oportunidades que a Petrobras tem para aumentar sua produção de petróleo e de derivados, principalmente. Nossas reservas de petróleo, produção de óleo, bem como o mercado de derivados cresceram mais do que as grandes empresas de petróleo (ExxonMobil, Chevron, Shell e BP). Estamos captando recursos para investir em novos projetos, portanto, nos endividando para crescer.

Com a atual elevação da produção de petróleo, a maior eficiência do atual parque de refino, bem como a entrada em operação da Refinaria Abreu e Lima em novembro de 2014, aumenta a geração operacional de caixa. Este crescimento continuado resulta em Fluxo de Caixa Livre positivo (geração operacional superior aos investimentos), antes de dividendos, já a partir de 2015, reduzindo significativamente a necessidade de contratação de novas dívidas.

3) Produção de petróleo da Petrobras vem crescendo consistentemente desde janeiro de 2014

Os dados comprovam que a produção de petróleo acumula 6 meses de crescimento contínuo. Dados preliminares de agosto apontam para cerca de 2.100 mil barris por dia até o momento, ou seja, +9,5% de crescimento acumulado no ano. (...)

Veja mais

Produção de petróleo: carta ao Estadão

30.Ago.2014

carta-geral.jpgLeia a carta que enviamos ao jornal O Estado de S. Paulo a respeito da nossa produção de petróleo:

Em resposta à matéria “Produção da Petrobras fica 7% abaixo do previsto”, a Petrobras afirma que a produção média de petróleo no 1º semestre, de 1.947 mil barris por dia (bpd), ocorreu dentro do esperado. A matéria equivocou-se ao comparar esta produção do 1º semestre com a meta anual de 2.075 mil bpd em 2014, algo que só poderá ser aferido ao final do ano em curso.

A produção de petróleo da Petrobras vem crescendo de forma sustentada ao longo de 2014, saindo de 1.926 mil bpd em março para 2.049 mil bpd em julho, ou seja, acréscimo de 123 mil bpd ou 6,4% em quatro meses.

Um total de 30 novos poços produtores foi interligado no 1º semestre, número comparável aos 34 novos poços de todo o ano de 2013. Outros 33 poços serão interligados no 2º semestre, meta plenamente factível uma vez que estes poços, em sua maioria, já se encontram perfurados e completados. A frota de PLSVs (Pipe-laying Support Vessels), embarcações necessárias para realizar estas conexões, que era de 11 unidades em 2013, atualmente é de 14 navios. Serão 19 unidades até dezembro. (...)

Veja mais