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Petrobras de Perto: conheça a Refinaria de Pasadena

26.Ago.2014

Conheça a Refinaria de Pasadena, que está localizada em um complexo de refino e comercialização no Texas, às margens de importante via navegável. Pasadena faz parte de um centro refinador de 2 milhões de barris por dia e exportador de derivados para o mercado norte-americano. A refinaria está em plena atividade e tem capacidade de refino de 100 mil barris por dia. Assista:

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Estaleiro Atlântico Sul concentra 22 dos 49 navios petroleiros do Promef

26.Ago.2014

atlantico-sul.jpgLocalizado no município de Ipojuca, no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, o estaleiro Atlântico Sul (EAS) é hoje um dos principais do país e um dos mais importantes do mundo. Atualmente, concentra em sua carteira de projetos 22 dos 49 navios petroleiros que fazem parte do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef). Pelo grande número de encomendas, o EAS foi o primeiro "estaleiro virtual" a ser construído no Brasil. Estaleiro virtual é aquele cuja construção é viabilizada em função da escala obtida pelo volume de encomendas de navios a contratar.

Com uma área total de 1,5 milhão de m2, o Estaleiro Atlântico Sul tem capacidade para construção simultânea de dois FPSOs (plataforma que produz, armazena e transfere petróleo, na sigla em inglês), tem dois pórticos de 1.500 toneladas cada e dois cais. A capacidade de processamento de aço é de 160 mil toneladas por ano. Em operação desde setembro de 2008, o Estaleiro Atlântico Sul entrou para a história da indústria naval brasileira em maio de 2010 ao lançar ao mar seu primeiro navio, o petroleiro Suezmax João Candido, com conteúdo local de 71% (conteúdo local é uma determinação da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de que os bens e serviços usados na construção de um equipamento naval sejam, em grande parte, de origem nacional e não importados). Suezmax são os navios petroleiros construídos com dimensões que permitem sua passagem pelo Canal de Suez. O segundo entregue foi o Suezmax Zumbi dos Palmares, em maio de 2013, com conteúdo local de 74%. (...)

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Novo tipo de fertilizante é testado no Paraná

26.Ago.2014

Por meio do nosso Centro de Pesquisas (Cenpes), avançamos no desenvolvimento de um novo fertilizante: a ureia com aditivo, que poderá aumentar a produtividade de culturas agrícolas que demandam fertilização por cobertura (aplicada sobre o solo), como a cana-de-açúcar, o milho e as frutas cítricas. O diferencial deste novo produto - testado recentemente nas linhas de produção da Fábrica de Fertilizantes do Paraná (Fafen/PR) - está na incorporação de uma solução que inibe a degradação da ureia e reduz suas perdas de 70% para até 20%, aumentando a disponibilidade de nitrogênio (presente na ureia), elemento que tem importância vital para as plantas. 

O teste industrial comprovou ainda que, além de minimizar a perdas de amônia presente na ureia por volatilização (quando parte da substância vai para o ar em vez de ir para o solo), reduz outros efeitos associados, como a queima das folhas. Na prática, o aditivo atua controlando a degradação da ureia, dando mais tempo para a incorporação de nitrogênio ao solo por meio de chuva, da irrigação ou de ação mecânica. (...)

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Valor 1000: Somos a melhor empresa de petróleo e gás

26.Ago.2014

Recebemos na noite desta segunda-feira (25/8), em São Paulo, o prêmio de Melhor Empresa do Setor de Petróleo e Gás, na 14ª edição do anuário Valor 1000, que escolhe as empresas com melhor desempenho de 26 setores da economia brasileira. Esta é a sétima vez que conquistamos a premiação desde a primeira vez em que foi reconhecida, em 2007. Além de já termos sido escolhidos a “Empresa de Valor” em 2008, o principal prêmio concedido pelo jornal Valor Econômico.

Nossa presidente, Maria das Graças Silva Foster, que recebeu a premiação, ressaltou que " é uma importante sinalização de que estamos no caminho certo. Esse prêmio reconhece, de forma inequívoca, o esforço de todos para realizar o ambicioso Plano de Negócios e Gestão e o Plano Estratégico da empresa".

O evento contou com a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega e dos nossos diretores José Miranda Formigli Filho (Exploração e Produção); José Antônio de Figueiredo (Engenharia, Tecnologia e Materiais) e José Alcides Santoro Martins (Gás e Energia). (...)

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Investimos em pesquisas de novas tecnologias de sistemas submarinos

25.Ago.2014

Temos investido em tecnologias com o objetivo de levar para o fundo do mar, em parte ou completamente, o sistema que hoje compõe uma plataforma de produção. A depender do desenvolvimento dessas linhas de pesquisa, as plataformas marítimas um dia poderão ser alocadas bem distantes do poço, em regiões mais rasas e próximas à costa, ou futuramente o petróleo e o gás poderão até ser enviados diretamente do poço para o litoral. 

Nesses estudos, estão presentes os conceitos subsea to shore e subsea to somewhere, que incluem processamento de líquidos e gases, transmissão e distribuição de energia no fundo do mar, além de sistemas remotos de operação e monitoramento dessas atividades. Hoje esses processos são realizados nas plataformas.

A ideia é que um conjunto de tecnologias de sistemas submarinos esteja disponível para aplicação até 2020. Já temos algumas soluções instaladas, como o primeiro sistema de separação submarina água-óleo em águas profundas, instalado  na P-37, no campo de Marlim. Outra tecnologia é uma bomba multifásica, operante desde 2012, no campo de Barracuda, na Bacia de Campos, que foi interligada a um poço produtor da plataforma P-48. O equipamento é capaz de bombear grandes vazões de líquidos e, com isso, aumentar a produção de petróleo em até 6 mil barris por dia.

Levar equipamentos para o fundo do mar possibilita aumento da produção, uma vez que as operações de processamento, tratamento, bombeamento e compressão de água, óleo e gás não ficam limitadas às dimensões da plataforma, além de proporcionar redução dos custos relacionados a essas atividades. (...)

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Crescem os valores de royalties e participações especiais em relação ao 1º semestre de 2013

25.Ago.2014

valores-por-trimestre.pngOs depósitos de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos existentes no território nacional pertencem à União. Por isso, para explorar esses recursos, as empresas devem compensar financeiramente o Estado brasileiro, por meio das chamadas participações governamentais. No primeiro semestre deste ano, nossas participações governamentais no país representaram mais de R$ 15 bilhões de reais, com um aumento de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Dentre as formas de compensação, temos:

• Royalties (mensais): pagamento feito mensalmente com base no valor da produção do campo.

• Participação especial (trimestral): compensação financeira extraordinária paga nos casos em que os campos apresentam grande volume de produção ou grande rentabilidade.

As compensações financeiras devidas pela exploração de petróleo e gás natural são definidas e detalhadas em lei para os diferentes sistemas de contratação das atividades de exploração e produção de petróleo no Brasil (para conhecer os sistemas, acesse Marco Regulatório). (...)

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Transpetro é novamente escolhida Empresa Amiga da Criança

25.Ago.2014

abrinq.jpgOs projetos sociais em favor da infância e da adolescência renderam, mais uma vez, reconhecimento para a Transpetro. Nossa subsidiária foi novamente indicada como uma Empresa Amiga da Criança, pela Fundação Abrinq. O programa mobiliza e reconhece organizações que realizam ações sociais para a promoção e a defesa dos direitos de pessoas nessas faixas etárias.

A renovação do diploma reitera a importância das ações sociais da Transpetro. A mais recente avaliação da Companhia teve como base ações já tradicionais, como o Programa de Criança, desenvolvido em Angra dos Reis (RJ), e o Projeto Ecológico Cinturão Verde, do Terminal de São Francisco do Sul (SC). (...)

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Seleção Brasileira de Judô disputa Mundial 2014 na Rússia

24.Ago.2014

A Seleção Brasileira de Judô disputa a partir desta segunda-feira (25) o Mundial 2014, que será realizado até 31 de agosto na cidade de Chelyabinsk, na Rússia. Dezoito atletas representam o Brasil - nove no masculino e outros nove no feminino. Destes, 12 serão cabeças-de-chave em suas categorias na competição individual. Os cabeças-de-chave são os oito atletas melhores colocados em cada categoria e que, teoricamente, tem uma chance de vitória maior na chave porque só se enfrentam nas fases mais decisivas. A partir das quartas-de-final, o atleta derrotado tem o direito de voltar na repescagem. Patrocinamos o judô brasileiro desde junho de 2013.

O objetivo do Brasil para o Mundial, traçado pela gestão de alto rendimento da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), é que os brasileiros disputem pelo menos quatro finais, repitam as cinco medalhas no feminino do último Mundial, disputado no Rio de Janeiro ano passado, e superem o desempenho no masculino, quando apenas Rafael Silva ficou com a prata entre os pesados. Na disputa por equipes, a meta é chegar ao pódio tanto no masculino quanto no feminino. No último Mundial, o Brasil fez sua melhor campanha no número de medalhas. Foram seis medalhas, sendo uma delas a histórica medalha de ouro de Rafaela Silva, a primeira campeã mundial sênior do país. A judoca carioca está em segundo lugar no ranking mundial, atrás apenas da alemã Myriam Roper. (...)

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Estaleiro gaúcho é base para construção de cascos de plataformas

23.Ago.2014

estaleiro-rio-grande.jpgO Estaleiro Rio Grande 1 (ERG 1), no Rio Grande do Sul,  é base para a construção de cascos de plataformas de petróleo. Atualmente, a P-66, que vai operar no pré-sal da Bacia de Santos, é a plataforma mais adiantada do estaleiro. E o avanço físico real acumulado de todas as atividades do Rio Grande chegou ao patamar de 97,15%.

Até o final de 2016, estão na carteira do Estaleiro Rio Grande 1 a construção de cascos das plataformas, do tipo FPSO, denominados replicantes: P-66, P-67, P-68, P-69, P-70, P-71, P-72 e P-73. Os replicantes são construídos em série com conceito de repetibilidade, ou seja, o mesmo projeto é executado várias vezes a fim de diminuir custos e prazos. Para cumprir os compromissos com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e incentivar a indústria naval brasileira, o projeto estabeleceu conteúdo nacional de 70% para cascos, média entre 69,5% e 85,5% para módulos e 74% para as integrações. (...)

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Conheça o histórico da aquisição de Pasadena

22.Ago.2014

pasadena-noite.jpg*Visão noturna da Refinaria de Pasadena (2007)

Pasadena é um complexo de refino e comercialização, localizado no Texas, às margens de importante via navegável, fazendo parte de um centro refinador de 2 milhões de barris por dia e exportador de derivados para o mercado norte americano. A refinaria está em plena atividade, tem capacidade de refino de 100 mil barris por dia e, no momento, opera de forma rentável com petróleo leve disponível nos Estados Unidos a partir do crescimento da produção local de óleo não convencional (tight oil).

À época da aquisição dos 50% iniciais, em 2006, o negócio foi considerado potencialmente bom e atendia aos pressupostos do Plano Estratégico da Petrobras, contemplando os investimentos a serem feitos para que a Refinaria passasse a processar petróleo pesado da Petrobras, mediante a implementação de projeto de ‘’Revamp” na refinaria.

Mas, com a crise econômica nos EUA a partir de 2008 e consequente queda na demanda de derivados, as margens de refino caíram significativamente. Além disso, o preço do petróleo que tinha também se reduzido a partir de agosto de 2008 e em 2009, voltou a se elevar de 2010 em diante, não deixando margens para operar a refinaria de forma lucrativa. Nesse quadro, as condições financeiras e econômicas dos negócios no segmento do refino tornaram-se críticas em todo o mundo no pós-crise de 2008. Assim, por conta de uma crise econômica mundial, um negócio potencialmente bom transformou-se em um empreendimento com baixo retorno, o que levou inclusive ao reconhecimento contábil de perdas de US$ 530 milhões, as quais podem ser revertidas no futuro.

Em 2007, houve desentendimentos entre os sócios a respeito do projeto de “Revamp”, ou seja, sobre os investimentos a serem feitos para que a Refinaria passasse a processar petróleo pesado da Petrobras. (...)

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