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Terminais offshore de última geração garantem mais eficiência no suprimento das refinarias no sul do Brasil

27.Jan.2015

monoboia-transpetro.jpg

Os terminais aquaviários responsáveis pelo suprimento das nossas refinarias que abastecem a região sul do país estão ganhando ainda mais eficiência e confiabilidade nas operações. Novas e modernas monoboias, já em funcionamento no terminal de São Francisco do Sul (SC) e em instalação no de Osório (RS), passam a garantir maior precisão no controle das operações de transferência de petróleo e derivados e ainda auxiliam na prevenção de acidentes.

Monoboia é uma espécie de “terminal flutuante”, utilizado na amarração de navios-tanque para a operação de carregamento e descarregamento de petróleo e derivados. Os novos equipamentos possuem tecnologia de ponta: estação meteorológica, que verifica o vento, a corrente marinha e o tamanho das ondas; e equipamentos que monitoram tensão no cabo de amarração do navio, temperatura, pressão, vazão e posição geográfica.

Os dados podem ser monitorados online pelo Capitão de Manobras – profissional responsável por toda a operação, que embarca no navio para realizar a transferência. As novas unidades têm ainda uma estrutura chamada casaria, uma espécie de cabine que abriga e protege os equipamentos internos e torna a operação mais segura para os profissionais envolvidos na manutenção das estruturas.

A troca das monoboias faz parte da modernização permanente realizada pela Transpetro para aprimorar a segurança e a eficiência das operações, além de atender às crescentes demandas de transporte de combustíveis do Sistema Petrobras. Esses dois terminais concentram integralmente a entrada de produtos para as nossas refinarias que abastecem toda a região sul do Brasil. O terminal do Rio Grande do Sul atende à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) e à petroquímica Braskem pelo oleoduto Osório-Canoas. Já o de Santa Catarina transfere petróleo bruto para a Refinaria do Paraná (Repar) por meio do Oleoduto Santa Catarina-Paraná. (...)

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Confira o que estamos fazendo para aprimorar nossa governança e desempenho

27.Jan.2015

Desde o começo a nossa história está repleta de superação. Chegamos a importantes marcos em nosso desempenho operacional porque superamos desafios décadas após décadas. Hoje, seguimos na busca determinada pelo aprimoramento da nossa governança. Adotamos novos padrões, reforçamos mecanismos de controle e criamos a Diretoria de Governança, Risco e Conformidade.

Confira o que estamos fazendo para aprimorar nossa Governança e Conformidade e ampliar nosso Desempenho Operacional: www.petrobras.com.br/superacao. Em nossa nova página, compartilhamos nossas conquistas e as medidas adotadas diante dos desafios mais recentes: fazer sempre melhor e trabalhar por uma governança reconhecida pela mesma excelência das nossas atividades.

Para os desafios de ontem, hoje e sempre, nossa melhor resposta: superação.

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Petrobras Distribuidora amplia infraestrutura e chega a 111 aeroportos

27.Jan.2015

br-aviation.jpgEm um segmento que triplicou de tamanho nos últimos dez anos e posicionou o Brasil como o terceiro maior mercado do mundo, a Petrobras Distribuidora tem investido fortemente na ampliação da infraestrutura aeroportuária. Maior rede de distribuição do país, a BR Aviation (braço da Petrobras Distribuidora para o segmento de aviação) alcança atualmente 111 aeroportos e a meta é chegar a 150 pontos para fornecimento de combustíveis até 2018.

Em 2014, a Distribuidora foi escolhida, pela quarta vez consecutiva, a melhor fornecedora de combustíveis de aviação da América Latina, de acordo com a pesquisa anual da Armbrust Aviation Group, empresa independente, com expertise em toda a cadeia de aviação e principal fonte de informação para os diversos players do segmento (companhias aéreas, operadores aeroportuários, supridores entre outros). Participam da pesquisa companhias aéreas nacionais e estrangeiras afiliadas à International Air Transport Association (IATA). (...)

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Batemos recorde de processamento em nossas refinarias no Brasil em 2014

26.Jan.2015

refap-blog.jpgNossas refinarias no Brasil bateram recorde de processamento anual de petróleo em 2014. A carga refinada foi de 2,1 milhões de barris de petróleo por dia (bpd). O volume é 34 mil barris por dia superior ao recorde anterior, alcançado em 2013, com um aumento no ano de 1,7%.

Além da alta performance anual, batemos recordes mensais nas refinarias, o que pôde ser observado em março, com carga processada de 2,151 milhões de bpd, e em junho, com processamento de 2,172 milhões de bpd.

Adicionalmente ao maior processamento nas unidades de destilação em 2014, destaca-se o elevado desempenho de unidades que participam do processo de produção de diesel e gasolina:

- As unidades de hidrotratamento de diesel processaram 632,7 mil bpd. O volume é 94,3 mil bpd superior ao recorde anterior, de 2013. O hidrotratamento de diesel permite aumentar a produção do combustível a partir do refino de diferentes tipos de petróleo, reduzindo o teor de enxofre do derivado. (...)

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Usina da Petrobras Biocombustível triplica capacidade de refino de sebo bovino

26.Jan.2015

A usina de biodiesel da Petrobras Biocombustível, em Montes Claros, Minas Gerais, triplicará a capacidade de processamento do sebo bovino, de 50 mil toneladas por ano para 158 mil toneladas/ano. Com a ampliação, o óleo refinado a partir do sebo bovino representará 35% no mix de matéria-prima utilizada na produção do Biodiesel 100 (B-100), índice máximo permitido dentro das especificações do combustível. A construção da nova unidade de refino físico terá início em fevereiro e será entregue em outubro.

Se comparado ao biodiesel de óleos vegetais, o de gordura animal traz mais vantagens e, por isso, ganha espaço como opção de matéria-prima. O maior grau de cetano garante melhor ignição do combustível e tem influência direta na partida e funcionamento do motor. A gordura animal na produção do biodiesel gera ainda o sebo refinado e o ácido graxo, coprodutos de grande valor comercial.

Com o aumento da capacidade de refino do sebo bovino em Montes Claros, haverá um volume excedente do óleo, que poderá ser escoado para as usinas da Petrobras Biocombustível em Candeias, na Bahia, e Quixadá, no Ceará. A planta mineira tem autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para produzir 152 milhões de litros/ano de biodiesel. Por isso, a usina consumirá, no máximo, 53,2 milhões de litros/ano do óleo bovino (35% do total).

De acordo com estimativa da Embrapa, cerca de 1,560 milhão de toneladas de sebo bovino são produzidas no país anualmente e cada quilo de sebo pode gerar até 800 ml de biodiesel. A produção segue as especificações para venda estabelecidas na portaria da ANP nº. 42.

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Esclarecimentos sobre a formação de Joint Venture para atuação na África

25.Jan.2015

esclarecimento-imprensa-notebook.jpgLeia o esclarecimento que divulgamos neste domingo (25/01):

Com relação ao artigo do jornalista Elio Gaspari publicado hoje, 25/01, nos Jornais O Globo e Folha de São Paulo, sobre a venda da metade da participação da Petrobras nos ativos na África para o BTG Pactual, a Petrobras esclarece:

Não está correta a informação de que a produção de Akpo e Agbami correspondem a 60% do que o Brasil importa e 25% do que refina. O Brasil atualmente importa cerca de 380 mil bpd e refina cerca de 2.100 mil bpd de petróleo, portanto os números corretos são 14% e 2,5%, respectivamente.

A decisão de internacionalização da Petrobras deu-se no final da década de 90, em contexto totalmente diverso do atual: A Petrobras decidiu internacionalizar-se no final da década de 90, porque não havia expectativas de contar com suficientes reservas de óleo e gás no Brasil para garantir o suprimento do País. Com a descoberta do Pré-sal, intensificou ali a exploração e produção, descobrindo vários campos gigantes– situação oposta a que levara a companhia à internacionalização. A área do Pré-Sal passou a demandar vultosos investimentos e a oferecer produtividade excepcional. Como faria qualquer companhia de petróleo, a Petrobras mudou seu enfoque de internacionalização para o de concentração de investimentos no Brasil. Dessa forma, seus negócios em todo o mundo foram reavaliados. (...)

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Petrobras: ontem, hoje e sempre superando desafios

25.Jan.2015

Assista ao novo vídeo da nossa mais recente campanha:

 

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Projeto Garoupa protege espécie globalmente ameaçada de extinção

25.Jan.2015

garoupa.jpgO Projeto Garoupa, que conta com nosso patrocínio por meio do Programa Petrobras Socioambiental, está contribuindo para evitar a extinção da chamada garoupa verdadeira (Mycteroperca marginata), peixe listado entre as espécies globalmente ameaçadas de extinção pela União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN). Uma base foi montada em Ilhabela (SP) para a larvicultura da espécie, que consiste na criação de larvas de peixes em cativeiro para reprodução assistida em tanques com cuidados especiais como controle de temperatura e salinidade da água. As desovas no local totalizam mais de 1 milhão de larvas geradas e estocadas em tanques de vinil.

A reprodução da espécie em cativeiro é inédita no mundo e a taxa de sucesso da eclosão já alcança 95%. O objetivo, no entanto, é aumentar ainda mais esse índice, uma vez que a sobrevivência final de espécies obtidas da larvicultura fica entre 5 a 10% da desova inicial.

“A garoupa é um peixe marinho carnívoro com tamanho entre 1,60 e 1,70 m e peso entre 80 e 90 kg que se alimenta de lulas, polvos, sardinhas e bonitos, entre outros peixes, e vive nas águas do Brasil, da África, do Caribe e do Mar Mediterrâneo. A carne é bastante apreciada na culinária brasileira, mas o consumo da espécie tem sido predatório. Com o patrocínio da Petrobras, temos o objetivo de repor as populações para que o recurso natural esteja disponível na natureza para uso com parcimônia, de forma sustentável", explica o engenheiro de pesca, mestre em Biologia Marinha e coordenador geral do Projeto Garoupa, Maurício Roque da Mata Júnior.  (...)

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Usinas termelétricas: respostas ao Estado de S. Paulo

24.Jan.2015

resposta-estadao.jpgLeia as respostas que enviamos ao jornal O Estado de S. Paulo a respeito de ampliação de usinas termelétricas:

Pergunta: Os dados do ONS apontam que, das 21 usinas térmicas da Petrobras, apenas seis têm gerado energia sem restrições operacionais ou manutenção: Aureliano Chaves (MG), Jesus Soares Pereira (RN), UEG Araucária (PR), Tambaqui (AM), Jaraqui (AM) e Baixada Fluminense (RJ). Por que há um número tão elevado de usinas com paralisações?

Resposta: A Petrobras informa que não tem nenhuma usina paralisada, mas sim usinas realizando manutenções corretivas para sanar problemas verificados durante a operação e outras passando por manutenção programada, conforme acordado com o ONS.

Vale destacar ainda que parte das restrições operacionais apontadas são causadas por condições ambientais desfavoráveis para esse tipo de equipamento, como alta temperatura ambiente. (...)

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Vazamento de gás em Cubatão: resposta à imprensa

24.Jan.2015

resposta-geral.jpgLeia a resposta que enviamos para veículos da imprensa sobre vazamento de gás em Cubatão:

A Petrobras informa que a névoa com forte odor identificada hoje, 23/01, nas proximidades da Refinaria Presidente Bernardes – Cubatão (RPBC - SP) não tem origem na unidade. Por medida preventiva, foi realizada a evacuação parcial dos trabalhadores da refinaria. Alguns apresentaram mal estar, foram atendidos pela área médica da RPBC e passam bem.

A RPBC opera normalmente, de acordo com os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde que norteiam as ações da companhia.

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