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SBM Offshore: carta à Agência Reuters

11.Set.2014

carta-geral.jpgLeia a carta que enviamos à Agência Reuters e veículos que replicaram o conteúdo de reportagem do dia 8 de setembro:

Com relação à matéria “Mais de US$ 30 bi deixam o Brasil de forma ilícita por ano, diz estudo” (8/9), a Petrobras reitera que a Comissão Interna de Apuração constituída para averiguar denúncias de supostos pagamentos de suborno, envolvendo a empresa SBM Offshore, não encontrou fatos ou documentos que evidenciem pagamento de propina a empregados da Petrobras. O Relatório final da Comissão da Petrobras foi encaminhado à Controladoria-Geral da União, ao Tribunal de Contas da União e ao Ministério Público Federal. Em 2 de abril, a própria SBM Offshore anunciou que sua comissão de investigação não encontrou qualquer evidência de pagamentos impróprios.

Obs: A carta também foi enviada aos veículos O Estado de S. Paulo, Jornal do Commercio e Brasil Econômico.

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Divulgamos nota de esclarecimento

08.Set.2014

esclarecimento-imprensa-notebook.jpgLeia a nota de esclarecimento que divulgamos nesta segunda-feira (8/9):

Os meios de comunicação vêm, desde sexta-feira (5/9), veiculando matérias envolvendo o nome da Petrobras a partir de informações não oficiais, obtidas dos depoimentos que o Sr. Paulo Roberto Costa estaria prestando na Polícia Federal.

Sobre isso a Petrobras esclarece que:

1. Não é devido comentar sobre conteúdos não oficiais publicados nos meios de comunicação. Também não cabe comentar sobre investigações em curso ou sobre declarações de pessoas ou empresas sendo investigadas pela Polícia Federal ou por qualquer outro organismo de controle.

2. Sobre seus empreendimentos e negócios, a empresa vem fornecendo informações continuadamente a toda sociedade através do seu site www.petrobras.com.br, de notas à imprensa, de respostas aos meios de comunicação e de comunicados de Fatos Relevantes. Dessa forma deixa transparente tudo que se relaciona com os assuntos em análise ou em investigação.

3. Ademais, a empresa cumpre rigorosamente seu dever e vem prestando todas as informações solicitadas pela Polícia Federal - PF, Tribunal de Contas da União - TCU, Controladoria Geral da União - CGU e Ministério Público - MP, além de estar sempre informando a estes Órgãos sobre novos fatos e dados de que tenha conhecimento. (...)

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Ciência sem Fronteiras: respostas ao jornal O Globo

31.Ago.2014

resposta-o-globo.jpgLeia as respostas que enviamos ao jornal O Globo sobre bolsas do programa Ciência sem Fronteiras:

Pauta: "Farei matéria sobre a doação de bolsas de estudo, pela Petrobras, ao programa Ciência sem Fronteiras.

O Ministério da Educação informou que a Petrobras doará 10 mil bolsas, ou seja, o dobro das 5 mil acordadas inicialmente, no lançamento do programa, em 2011."

Respostas:

Pergunta: Qual será o custo adicional da Petrobras para doar as 5 mil bolsas, atingindo um total de 10 mil bolsas doadas ao Ciência sem Fronteiras?

Resposta: O apoio das 5 mil bolsas adicionais para o Programa Ciência sem Fronteiras está estimado em R$ 423 milhões.

Pergunta: Até quando a Petrobras doará as 10 mil bolsas? Com relação às 5 mil bolsas iniciais, a informação que recebi em fevereiro é que elas seriam doadas até 2015.

Resposta: Sobre as 5 mil bolsas iniciais, a Petrobras firmou o Protocolo de Cooperação Científica, Tecnológica e Inovação com o CNPq e Capes, em 09/05/2012, no qual foi estabelecido, por meio de um Plano de Trabalho, que os valores serão desembolsados ao longo da vigência do Protocolo, que tem duração de 84 meses. Com relação ao compromisso firmado este ano de mais 5 mil bolsas, ainda é necessária a conclusão do Plano de Trabalho junto ao CNPq e Capes para a definição dos prazos. A Petrobras definiu que a contribuição ao Programa seria feita por meio de termo de cooperação, sendo as bolsas concedidas pelo CNPq e pelo Capes.

Pergunta: O que levou a Petrobras a dobrar o número de bolsas doadas ao Ciência sem Fronteiras?

Resposta: Diante da necessidade de fomento à formação de mão-de-obra qualificada no Brasil, diversas iniciativas de estímulo à formação de recursos humanos na indústria de óleo e gás vêm sendo desenvolvidas e implantadas pela Petrobras. O apoio ao Programa Ciência sem Fronteiras, nas áreas de conhecimento de interesse da indústria de óleo & gás, é um exemplo (...)

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Balanço da gestão Graça Foster: respostas ao jornal O Globo

31.Ago.2014

resposta-o-globo.jpgLeia a resposta que enviamos ao jornal O Globo sobre “Balanço da gestão da presidente Graça na Petrobras”:

Pauta: Estamos fazendo uma matéria para a editoria Nacional para sair neste domingo. Após falar com analistas ontem e hoje, chegamos a conclusão de que é preciso ouvir a posição da companhia.

A ideia da matéria é fazer o balanço da companhia desde que Graça assumiu a empresa, em fevereiro de 2012. Analistas destacaram o seguintes pontos:

1) Os problemas com a defasagem de preços dos combustíveis.
2)  Aumento do endividamento.
3) Queda no lucro líquido.
4) Produção andando de lado.

A conclusão deles é que a mudança prometida pela presidente Graça ainda está muito tímida, com a reversão dos números.

Resposta enviada:

1) Reajustes de combustível de 2012 a 2014

Neste período foram realizados 10 reajustes de preço: 4 no preço da gasolina e 6 no preço do diesel que totalizaram, respectivamente, 19,5% e 31,8%.

Em novembro de 2013 foi apreciada pelo Conselho de Administração e implementada pela Companhia a política de preços de diesel e gasolina que, junto com o aumento da produção, objetiva adequar os indicadores de endividamento e alavancagem aos limites estabelecidos por este Conselho até dezembro de 2015. 

Esta política visa alcançar a convergência dos preços no Brasil com as referências internacionais sem repassar a volatilidade dos preços internacionais ao consumidor doméstico.

2) Aumento momentâneo do endividamento para crescimento da Petrobras

producao-2014.gif

Desde 2012 investimos R$ 230 bilhões, enquanto o endividamento líquido aumentou R$ 138 bilhões. Este volume de investimentos representa a dimensão das oportunidades que a Petrobras tem para aumentar sua produção de petróleo e de derivados, principalmente. Nossas reservas de petróleo, produção de óleo, bem como o mercado de derivados cresceram mais do que as grandes empresas de petróleo (ExxonMobil, Chevron, Shell e BP). Estamos captando recursos para investir em novos projetos, portanto, nos endividando para crescer.

Com a atual elevação da produção de petróleo, a maior eficiência do atual parque de refino, bem como a entrada em operação da Refinaria Abreu e Lima em novembro de 2014, aumenta a geração operacional de caixa. Este crescimento continuado resulta em Fluxo de Caixa Livre positivo (geração operacional superior aos investimentos), antes de dividendos, já a partir de 2015, reduzindo significativamente a necessidade de contratação de novas dívidas.

3) Produção de petróleo da Petrobras vem crescendo consistentemente desde janeiro de 2014

Os dados comprovam que a produção de petróleo acumula 6 meses de crescimento contínuo. Dados preliminares de agosto apontam para cerca de 2.100 mil barris por dia até o momento, ou seja, +9,5% de crescimento acumulado no ano. (...)

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Produção de petróleo: carta ao Estadão

30.Ago.2014

carta-geral.jpgLeia a carta que enviamos ao jornal O Estado de S. Paulo a respeito da nossa produção de petróleo:

Em resposta à matéria “Produção da Petrobras fica 7% abaixo do previsto”, a Petrobras afirma que a produção média de petróleo no 1º semestre, de 1.947 mil barris por dia (bpd), ocorreu dentro do esperado. A matéria equivocou-se ao comparar esta produção do 1º semestre com a meta anual de 2.075 mil bpd em 2014, algo que só poderá ser aferido ao final do ano em curso.

A produção de petróleo da Petrobras vem crescendo de forma sustentada ao longo de 2014, saindo de 1.926 mil bpd em março para 2.049 mil bpd em julho, ou seja, acréscimo de 123 mil bpd ou 6,4% em quatro meses.

Um total de 30 novos poços produtores foi interligado no 1º semestre, número comparável aos 34 novos poços de todo o ano de 2013. Outros 33 poços serão interligados no 2º semestre, meta plenamente factível uma vez que estes poços, em sua maioria, já se encontram perfurados e completados. A frota de PLSVs (Pipe-laying Support Vessels), embarcações necessárias para realizar estas conexões, que era de 11 unidades em 2013, atualmente é de 14 navios. Serão 19 unidades até dezembro. (...)

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Obras do emissário do Comperj: respostas à Reuters

30.Ago.2014

resposta-geral.jpgLeia as respostas que enviamos à Reuters, sobre obras do emissário do Comperj:

Pergunta: A prefeitura de Maricá informou que interrompeu a obra do emissário da Petrobras do Comperj. Segundo a prefeitura, haveria uma discordância em relação a compensações ambientais. Vocês confirmam que a obra foi paralisada?

Resposta: Sim.

Pergunta: O que houve para a obra ser paralisada?

Resposta: A notificação da Prefeitura de Maricá cita como motivo o "não cumprimento das compensações de infraestrutura devidas ao município".

Pergunta: Qual a posição da Petrobras sobre o tema?

Resposta: A Petrobras esclarece que foram obtidas todas as licenças ambientais necessárias junto ao órgão licenciador competente (INEA), e que cumpre com todas suas obrigações legais. Os recursos de compensações relativas à obra do emissário de efluentes estão provisionados e devem ser investidos na área de influência direta do projeto. A companhia está em contato com a Prefeitura Municipal de Maricá para esclarecimentos e espera, até 5 de setembro, poder definir as alternativas técnicas que permitirão viabilizar o início dos repasses.

Pergunta: A questão atrapalha o cronograma do Comperj?

Resposta: A previsão de partida da Refinaria Trem 1 do Comperj está mantida para agosto de 2016.

Obs.: A reportagem “Prefeitura de Maricá interrompe obras do emissário do Comperj, da Petrobras” foi publicada pela Reuters na noite de sexta-feira (29/08).

 
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Nota de esclarecimento sobre a Refinaria Abreu e Lima

29.Ago.2014

esclarecimento-imprensa-notebook.jpgCom relação à matéria veiculada no jornal O Globo desta sexta-feira (29/08/14), sob o título "Petrobras: ex-diretor preso foi decisivo para aprovar Abreu e Lima", repudiamos veementemente a afirmação que “parte das sugestões de Costa foi aprovada por Graça”.

Esclarecemos que todas as proposições levadas à Diretoria Executiva por nossos diretores são aprovadas pelo colegiado, ou seja, não existe qualquer possibilidade de um único diretor aprovar individualmente a proposição de outro diretor, como o subtítulo da matéria dá a entender.

Também não é verdade a afirmação de que “a maioria das decisões sobre Abreu e Lima não passava pela Diretoria Executiva ou pelo Conselho de Administração da Petrobras”. Esclarecemos que todos os contratos e aditivos da Refinaria Abreu e Lima - RNEST, inclusive os assinados até 16/12/2013, por ocasião de sua incorporação foram submetidos previamente aos nossos órgãos competentes para autorização interna e recomendação para aprovação da RNEST, observadas as análises técnicas, comerciais, tributárias e jurídicas pertinentes, conforme modelo de governança do Sistema Petrobras. Registramos ainda, que não é atribuição do nosso Conselho de Administração aprovar contratos e aditivos da RNEST e de qualquer outro empreendimento.

Em relação ao questionamento “se as propostas de Costa nas reuniões de Diretoria Executiva foram revistas após as descobertas feitas pela PF”, informamos que todas as decisões tomadas no âmbito do colegiado da nossa Diretoria Executiva, no período de 2005 a 2011, obedeceram às normas e padrões vigentes e são auditadas regularmente conforme nosso Plano Anual de Atividade de Auditoria Interna. (...)

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Remuneração de administradores: carta ao Estado de S. Paulo

29.Ago.2014

carta-geral.jpgLeia a carta que enviamos ao jornal O Estado de S. Paulo sobre a remuneração de nossos administradores:

Com relação à matéria publicada nesta quinta-feira (28/8), no jornal O Estado de S. Paulo, a Petrobras reforça a resposta enviada ao veículo esclarecendo que é errada a informação de que “a remuneração dos administradores da companhia foi reajustada em 43%”. Como já explicado em resposta enviada ao jornal, os valores não são comparáveis. O total referente ao primeiro semestre de 2014, publicado no balanço da SEC, considera pagamentos como, por exemplo, os encargos recolhidos para fins de FGTS (8%) e Previdência Social (20%), que não constavam no primeiro semestre de 2013. A inclusão segue orientação do Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Esta informação foi omitida.

Ao contrário do que diz a reportagem, a Assembleia Geral dos Acionistas da Petrobras aprovou em 2 de abril deste ano o acréscimo de 3,68% - e não 43% - na remuneração global dos diretores para o período abril/2014 a março/2015, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os salários dos diretores tiveram como reajuste 7,67%, o que nada tem a ver com um aumento equivalente a 11 vezes a inflação oficial como dito no texto. (...)

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Metodologia de cálculo de PLR: respostas ao jornal O Estado de S. Paulo

29.Ago.2014

Leia as respostas que enviamos ao jornal o Estado de S. Paulo a respeito de nossa metodologia de cálculo de definição e pagamento de PLR (Participação nos Lucros e Resultados):

Pergunta: Gostaria de obter informação sobre a metodologia de cálculo de Definição e Pagamento de PLR no Sistema Petrobras.

Quais fatores/elementos são utilizados nesse cálculo? Qual impacto da produção e do refino sobre esse cálculo?

Resposta: Os indicadores para a definição do montante da PLR, negociados com as entidades sindicais representantes dos empregados, são os seguintes: Volume Total de Petróleo e Derivados Vazados; Custo Unitário de Extração sem Participação Governamental - Brasil; Produção de Óleo e LGN- Brasil; Carga Processada – Brasil; Eficiência das Operações com Navio; e Atendimento à Programação de Entrega de Gás Natural.

O impacto da produção e do refino sobre o cálculo da PLR se dá pelo conjunto dos resultados desses indicadores. O percentual de atingimento das metas do conjunto de indicadores levará ao percentual de cumprimento global de metas (média simples), que determinará um montante do Lucro Líquido do Sistema Petrobras. Esse montante não poderá ser maior que os 25% sobre os dividendos pagos aos acionistas, conforme determina a legislação.

Pergunta: As metas apresentadas aos trabalhadores para esse cálculo são as mesmas apresentadas no Plano de Negócios da Companhia?

Resposta: Sim. As metas dos indicadores são definidas pela Diretoria Executiva da companhia e aprovadas pelo Conselho de Administração quando da revisão anual do Plano de Negócios e Gestão – PNG. A metodologia é aplicada corporativamente, sem diferenças entre áreas. O valor individual que cada empregado pode receber de PLR varia conforme seu nível na tabela salarial. (...)

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Remuneração de administradores: esclarecimento à Agência Estado

28.Ago.2014

Leia nosso esclarecimento à Agência Estado a respeito da remuneração de nossos administradores:

Voltamos a destacar que a remuneração global a ser paga aos administradores aprovada este ano incluiu os encargos recolhidos para fins de FGTS (8%) e Previdência Social (20%), conforme orientação do Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o que não ocorria no passado.

Considerando a inclusão desses encargos, o montante aprovado para o período abril/2014 a março/2015 representa um acréscimo de 3,68% em relação ao montante para o período abril/2013 a março/2014.

Os valores a que o jornal se referiu são aqueles declarados no balanço da empresa como compensação de curto prazo referente ao 1º semestre de 2013 e no mesmo período de 2014, respectivamente, que contemplam salários, benefícios, remuneração variável e, em 2014, também os encargos. Os salários dos diretores tiveram como reajuste o índice do IPCA do período. (...)

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