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Encomendas a estaleiros: respostas ao jornal Valor Econômico

28.Jul.2014

resposta-valor.jpgLeia as respostas que enviamos ao jornal Valor Econômico para reportagem sobre demandas a estaleiros no Brasil:

Pergunta 1) Esta semana a presidente Graça Foster esteve em Rio Grande (RS) visitando as obras a cargo do Estaleiro Rio Grande (ERG), da Ecovix Construções Oecânicas. Depois da visita, a informação de fontes do setor em Rio Grande é que Graça Foster teria reconhecido que há atrasos nas obras e que a Petrobras poderia levar parte delas (incluindo boa parte dos oito cascos replicantes) para serem feitos na China. Há disposição da Petrobras de levar mais serviços hoje a cargo da ERG para serem feitos em estaleiros na China?

Pergunta 3) Mesmo assim, a ERG vai cumprir o requisito de conteúdo nacional para os cascos replicantes? Qual é o percentual médio de conteúdo local para os oito cascos replicantes a ser atingido no fim da obra?

Respostas às perguntas 1 e 3: Em alguns dos projetos, a fim de garantir o cumprimento dos prazos acordados com a Petrobras, as empresas fornecedoras podem alterar a estratégia de condução das obras, inclusive com a subcontratação de produtos ou serviços no exterior, desde que devidamente acordado e autorizado pela Petrobras. Porém, essas alterações não implicam no descumprimento dos índices de conteúdo local acordados com a ANP, uma vez que grande parte dos serviços será executada nos estaleiros nacionais.

Pergunta 2) Qual a situação das obras do ERG que já foram transferidas para a China? Nos referimos aos serviços envolvendo parte de um dos cascos dos replicantes do Estaleiro Rio Grande, da Ecovix, que foram levados para a China em 2013. No ano passado, O Estado de S. Paulo publicou que estruturas de um das replicantes estavam sendo feitas na China, no estaleiro da Cosco, por força do atraso nas obras de construção dos cascos no Estaleiro de Rio Grande. Essas estruturas são para o casco da P-66 ou de outra unidade? Outros serviços para as replicantes estão sendo feitos ou serão feitos na China a partir de 2014?

Resposta: Os cascos do Projeto Replicantes foram contratados com a ENGEVIX/ECOVIX.

O casco da P-66 está em fase final de montagem e comissionamento e se encontra no cais em Rio Grande. Mais dois outros cascos estão dentro do dique seco em fase de edificação dos megablocos, além da fabricação dos blocos dos demais cascos.

Faz parte da estratégia da ECOVIX, a construção dos Módulos de Acomodações e Utilidades no estaleiro Cosco na China. Eventuais transferências adicionais de escopo são analisadas, caso a caso, pela Petrobras, considerando os índices de conteúdo local e as datas de primeiro óleo estabelecidas no Plano de Negócios da companhia.

Os megablocos da P-67 que foram contratados na Cosco em 2013 já foram entregues e estão em edificação no dique seco em Rio Grande. (...)

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Encomendas a estaleiros: carta ao Valor Pro

28.Jul.2014

Leia a carta que enviamos ao Valor Pro a respeito de nossa carteira de empreendimentos que irá garantir a demanda dos estaleiros nacionais:

"Em relação à matéria "Com carteira cheia, estaleiros têm incerteza sobre novas encomendas da Petrobras" publicada pelo Valor Pro, a Petrobras destaca que possui uma carteira de empreendimentos que irá garantir a demanda dos estaleiros nacionais para os próximos anos. A Petrobras entende como diferencial possuir uma indústria fornecedora capacitada e competitiva próxima às suas operações.

Na indústria naval, a demanda por embarcações offshore é sustentável no longo prazo, uma vez que o Plano de Negócios e Gestão 2014-2018 da Companhia prevê investimento total direcionado para essa indústria da ordem de US$ 100,7 bilhões, até 2020. Esse investimento se refere à contratação de 38 plataformas, 28 sondas de perfuração, 88 navios petroleiros e 146 embarcações de apoio, gerando oportunidades para os diversos elos da cadeia de fornecimento do setor naval e offshore. Além disso, a manutenção da curva de produção em 4,0 milhões de barris por dia até 2030, segundo Plano Estratégico da Companhia, indica que a Petrobras continuará demandando a indústria naval brasileira e seus fornecedores, tanto para investimento em novas embarcações quanto para manutenção e reposição de equipamentos, com exigência de conteúdo local.

A carteira atual colocada pela Petrobras em estaleiros nacionais é composta pela construção de 8 cascos para os FPSO Replicantes, conversão de 4 cascos para os FPSO Cessão Onerosa, construção de módulos e integração de 18 plataformas, com conteúdo local entre 65% e 71%, quais sejam: FPSO Cidade Ilhabela (Sapinhoá Norte), FPSO Cidade Mangaratiba (Iracema Sul), FPSO Cidade Itaguaí (Iracema Norte), FPSO Cidade Maricá (Lula Alto), FPSO Cidade Saquarema (Lula Central), FPSO Cidade Caraguatatuba (Lapa), 4 FPSO Cessão Onerosa (P-74 – Búzios 1; P-75 – Búzios 2; P-76 – Búzios 3; P-77 – Búzios 4), 8 FPSO Replicantes (P-66 – Lula Sul; P-67 – Lula Norte; P-68 – Lula Extremo Sul e C.O. Sul de Tupi; P-69 – Lula Oeste; P-70 – Iara Horst; P-71 – Iara NW; P-72 – C.O. Nordesde de Tupi; P-73 – C.O. Entorno de Iara). Além das plataformas, os estaleiros nacionais têm em carteira 28 unidades que serão entregues entre 2015 e 2020, com conteúdo local crescente de 55%, 60% e 65%. Também possuem em carteira 42 navios da Transpetro e 61 embarcações de apoio do Prorefam, todos a serem entregues antes de 2020. (...)

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Gastos com publicidade: cartas à Agência Estado e ao Estadão

27.Jul.2014

carta-geral.jpgLeia cartas enviadas à Agência Estado e ao jornal O Estado de S. Paulo, a respeito de reportagens sobre nossos gastos com publicidade:

CARTA À AGÊNCIA ESTADO

Em relação à matéria "Gasto médio mensal da Petrobras com publicidade quase triplica às vésperas de eleição", publicada pela Agência Estado em 25/07, a Petrobras esclarece que:

A matéria cita que “até abril, os gastos eram inferiores aos do ano passado - R$ 62 milhões contra R$ 90 milhões”. Porém, esse valor de R$ 90 milhões, já informado anteriormente à imprensa e publicado em nosso blog Fatos e Dados, refere-se ao valor de publicidade institucional veiculada no Brasil, no período de janeiro a maio de 2013 e não de janeiro a abril, como consta na matéria. Logo, a matéria está incorreta.

A variação de realização orçamentária de 17% apontada na mesma matéria não é incomum, uma vez que a variação média dos custos de tabela dos veículos de comunicação, no período de janeiro de 2013 a junho de 2014, foi de 18%, analisados os dados do estudo do Instituto Jove (empresa de inteligência em mídia que faz o acompanhamento da variação de tabela dos principais veículos de comunicação do Brasil). Ou seja, o suposto acréscimo apontado foi absorvido pelo reajuste dos veículos.

A média mensal de investimentos em publicidade em maio e junho de 2013 e 2014 guardam a mesma proporção de crescimento comparando-se com o primeiro quadrimestre de cada ano. Portanto, também é incorreta a informação de que houve um aumento em função das eleições este ano. (...)

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FPSO Cidade de Mangaratiba: carta ao jornal O Globo

27.Jul.2014

carta-geral.jpgLeia a carta que enviamos ao jornal O Globo a respeito de reportagem sobre o navio-plataforma Cidade de Mangaratiba:

Em relação à matéria “À espera da candidata”, publicada por O Globo em
25/07, a Petrobras afirma que não é verdade que a plataforma Cidade de
Mangaratiba já poderia estar em uso. Conforme resposta enviada ao
jornal, a companhia reitera que estão sendo realizados testes e inspeções finais para que a unidade seja entregue à Petrobras em agosto, dentro prazo
estipulado.

A Petrobras repudia a publicação da referida matéria na edição impressa
do jornal, uma vez que as informações prestadas ontem (24/07) - em resposta à notícia veiculada no Globo online - desmentem a tese de que a unidade estaria em espera e poderiam ter evitado a reprodução de informação equivocada.

Veja também:

FPSO Cidade de Mangaratiba: esclarecimento ao Globo Online

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Anima Mundi exibe 418 filmes de 47 países no Rio e São Paulo

27.Jul.2014

De 28 de julho a 3 de agosto, o Rio de Janeiro recebe a 22ª edição do Anima Mundi, o maior festival de cinema de animação da América Latina, que este ano conta com a participação de 47 países. Após a temporada carioca, o evento segue para São Paulo, onde ficará de 6 a 10 de agosto. A Petrobras patrocina o festival desde 1997.

Realizado desde 1993, o Anima Mundi 2014 traz para o público 418 filmes de animação em mostras competitivas e não competitivas, entre curtas, médias e longas metragens, seriados e comerciais.

Destes, 115 são brasileiros. Um detalhe: dos quatro longas da Mostra Panorama, três foram patrocinados pela Petrobras: "Até que a Sbornia nos separe" (Otto Guerra); "Minhocas" (Paolo Conti) e "O menino e o mundo" (Alê Abreu) – vencedor do Festival Mundial do Cinema de Animação de Annecy (França), em junho deste ano. (...)

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Semana de atividades do Real Gabinete Português começa com recital de Adriana Calcanhotto

27.Jul.2014

real-gabinete.jpgUm recital com participação da cantora e compositora Adriana Calcanhotto e de Cleonice Berardinelli, professora emérita da UFRJ e da PUC-Rio e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), marcará na segunda-feira (28/07), a partir das17h, o primeiro encontro público do projeto O Real em Revista, do Real Gabinete Português de Leitura. A entrada é gratuita e os encontros são diários, até 1º de agosto, incluindo as visitas guiadas, sempre às 10h e às 11h.

Contemplado na seleção pública do Petrobras Cultural na linha de "apoio a museus, arquivos e bibliotecas", o Real em Revista prevê a descrição e digitalização de parte de periódicos (jornais e revistas) brasileiros e portugueses oitocentistas, e a livre disponibilização de acesso online ao material. As pesquisas que antecedem estas etapas terão prazo de duração de 20 meses.

O Real em Revista fará, no encerramento de cada semestre, um encontro denominado "Semanas de Realizações", no qual o público é informado sobre os resultados das pesquisas no período. Esta primeira Semana de Realizações inclui, além do recital de abertura, as visitas guiadas, o lançamento de publicações, exposição de livros, revistas, jornais e manuscritos raros, mesas redondas com pesquisadores do Brasil e do exterior e acesso a periódicos digitalizados. (...)

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Projeto patrocinado mapeia 120 espécies de peixes no Pantanal

27.Jul.2014

peixe-amazonia.jpgPesquisadores do projeto Bichos do Pantanal, coordenado pelo Instituto Sustentar de Responsabilidade Socioambiental  e contemplado pelo Programa Petrobras Socioambiental, estão realizando o primeiro inventário de peixes da região de Cáceres, na chamada Bacia do Alto Pantanal, no estado do Mato Grosso. Já foram mapeadas, até agora, 120 espécies das cerca de 280 descritas como existentes em todo o Pantanal.

Os resultados são parciais, mas já se pode dizer que as espécies de maior incidência em Cáceres são Characidium zebra, Pyrhulina australis e Apistogramma commbrae, todas com potencial ornamental como peixes que podem ser criados em aquário, Moenkhausia dichroura, abundante em todos os locais e períodos; Pseudoplatystoma fasciatum,  espécie de grande porte e  interesse econômico, principalmente na pesca, e Pygocentrus nattereri, a piranha verdadeira, abundante na região pantaneira e muito apreciada pela culinária. (...)

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Refinaria de Pasadena: carta à imprensa

26.Jul.2014

carta-geral.jpgLeia carta enviada aos veículos Folha de S. PauloO Globo e G1, que publicaram reportagens sobre TCU e Refinaria de Pasadena:

Ao contrário do que diz a reportagem, a Astra Oil não desembolsou apenas US$ 42,5 milhões por toda a Refinaria de Pasadena. Como já informado ao veículo, a Petrobras teve acesso a documentos que demonstram que houve outros pagamentos feitos à Crown pela Astra, em valores estimados em US$ 248 milhões. Após a aquisição, a Astra fez investimentos de US$ 112 milhões, antes da venda à Petrobras. (...)

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Produção e resultados: respostas à Carta Capital

26.Jul.2014

resposta-geral.jpgConfira as respostas que enviamos à revista Carta Capital sobre produção e resultados do primeiro semestre:

PERGUNTA 1: A Petrobras tem insistido que a produção média deste ano vai crescer 7,5%, com tolerância de 1 ponto percentual para baixo ou para cima. A empresa confirma essa projeção?

RESPOSTA: A Petrobras reafirma seu compromisso com a meta de crescimento da produção de 7,5% em 2014, com margem de 1% para mais ou para menos. É importante lembrar que ainda este ano entrarão em operação três novas plataformas, além das duas que já entraram em produção no primeiro semestre. Além disso, novos poços serão interligados, garantindo a manutenção do crescimento da produção.

PERGUNTA 2: Neste primeiro semestre, a produção média no Brasil atingiu 1.947 mbpd, apenas 1,4% maior que no mesmo período de 2013. Quais são os motivos para o desempenho tão baixo no período?

RESPOSTA: Não houve baixo desempenho no período: a produção apresentou crescimento constante ao longo de todos os meses do semestre, aumentando de 1.917 barris por dia (bpd) em janeiro para 2.008 mil bpd em junho - um acréscimo de 91 mil bpd, ou 4,7%. A Companhia também dobrou, no período de um ano, o número de poços que começaram a produzir: no total, foram 30 novos poços submarinos que entraram em operação no 1º semestre de 2014, contra 15 poços no 1º semestre de 2013.

Outro ponto relevante foi a melhoria contínua da eficiência operacional da Companhia, fruto do Programa de Aumento da Eficiência Operacional (Proef), iniciado em 2012. A eficiência operacional de todas as unidades de produção da companhia alcançou 91,6% em junho, o que constituiu um recorde dos últimos 50 meses. A última vez em que a eficiência global esteve acima desse resultado foi em abril de 2010. (...)

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Estudo de impacto ambiental: respostas à Folha de S. Paulo

26.Jul.2014

resposta-folha.jpgLeia as respostas enviadas à Folha de S. Paulo para reportagem sobre estudo de impacto ambiental do pré-sal:

PAUTA

"A Folha de S.Paulo está produzindo uma reportagem sobre a denúncia encaminhada por um grupo de biólogos ao Ministério Público Federal há duas semanas. O documento questiona o conteúdo do Estudo de Impacto Ambiental produzido pela Petrobras para a atividade de produção e escoamento de petróleo e gás natural da etapa 2 do Polo Pré-Sal da Bacia de Santos. 

De acordo com o documento apresentado ao MPF, "o EIA apresentado para a atividade de produção e escoamento de petróleo e gás natural do Polo Pré‐Sal da Bacia de Santos – Etapa 2 é insatisfatório e deficiente no diagnóstico ambiental e na avaliação dos impactos ambientais efetivos e potenciais do empreendimento", e que o fato pode causar prejuízos à diversidade marinha de RJ, SP, PR, SC e RS. Os técnicos envolvidos no estudo classificam a postura da empresa como "descaso com os danos ambientais resultantes da exploração do pré-sal".

Estamos consultando o Ibama a respeito dos questionamentos e também a empresa contratada pela Petrobras para elaborar o EIA. Abaixo, as perguntas relacionadas ao assunto, para as quais pedimos o posicionamento da Petrobras:

RESPOSTA

A Petrobras repudia veementemente a afirmação que tem tratado com descaso no que tange a danos ambientais. A produção do pré-sal, iniciada em maio de 2009, hoje é responsavel por mais de 500.000 barris de óleo por dia, sem que tenham sido constatados danos ao meio ambiente.

PERGUNTA 1: De acordo com o EIA/Rima, a Petrobras não pretende realizar o monitoramento das praias no Estado do Rio de Janeiro, área geograficamente mais próxima do empreendimento, que está inserida na área de influência. Segundo os biólogos, "a justificativa da Petrobras para não fazer o monitoramento de praia em toda a área de influência é arbitrária e sem embasamento científico, o que poderá causar sérios prejuízos para a conservação da biodiversidade do Estado do Rio de Janeiro". Por que o monitoramento das praias do Rio não será realizado? (...)

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