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Adotamos nova política de preços de diesel e gasolina

14.Out.2016

politica-preco.jpgA nova política terá como base dois fatores: a paridade com o mercado internacional - também conhecido como PPI e que inclui custos como frete de navios, custos internos de transporte e taxas portuárias – mais uma margem que será praticada para remunerar riscos inerentes à operação, como, por exemplo, volatilidade da taxa de câmbio e dos preços sobre estadias em portos e lucro, além de tributos. A diretoria executiva definiu que não praticaremos preços abaixo desta paridade internacional.

A principal diferença em relação ao que ocorre hoje é o prazo para os ajustes em relação ao mercado internacional. A nova política prevê avaliações para revisões de preços pelo menos uma vez por mês. É importante ressaltar que, como o valor desses combustíveis acompanhará a tendência do mercado internacional, poderá haver manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias.

A necessidade de ajustes nos valores dos combustíveis nas refinarias será tomada pelo Grupo Executivo de Mercados e Preços, formado pelo presidente da empresa, o diretor de Refino e Gás Natural e o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores.

A primeira avaliação feita pelo grupo executivo indicou a necessidade de reduzir o diesel em 2,7% e a gasolina em 3,2% na refinaria. Esses preços entrarão em vigor para vendas realizadas a partir de zero hora de sábado, 15/10.

Para permitir maior flexibilidade na gestão comercial de derivados e estimular aumentos de vendas, também avaliaremos conceder descontos pontuais para o diesel e a gasolina em mercados específicos. Em hipótese alguma, esses descontos ficarão abaixo dos custos da empresa.

A decisão do comitê executivo levou em conta o crescente volume de importações, o que reduz a participação da Petrobras, e também a sazonalidade do mercado mundial de petróleo. O aumento das compras externas vem sendo observado especialmente no caso do diesel, onde a entrada de produtos já responde por 14% da demanda do país. No caso da gasolina, as importações cresceram 28% ao mês entre março e setembro desse ano.

Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de petróleo, especialmente distribuidoras e postos de combustíveis. Se o ajuste feito hoje for integralmente repassado, o diesel pode cair 1,8% ou cerca de R$ 0,05 por litro, e a gasolina 1,4% ou R$ 0,05 por litro.

Confira nosso ambiente digital com 10 respostas sobre gasolina

Postado em: [Produtos e Serviços, Institucional]

11 comentários

Ervan Cesar

13.Se.2017

Bom dia, Solicito, os índices de aumentos do óleo diesel e gasolina referente ao período de outubro de 2016 à setembro de 2017. Necessito, para composição de uma planilha de custos. Obrigado

Fatos e Dados

13.Se.2017

Olá, Ervan.

Sobre o histórico de reajustes saiba mais em nossa página.

carlos

05.Ab.2017

Por qual motivo não teve alteração de preço no mês de Maio? sendo que petróleo internacional teve baixa de aproximadamente 6,5% durante esse período.

elcio silva

24.Ma.2017

boa tarde, necessito do indice de aumento do óleo diesel s10 referente a agosto de 2015 a agosto de 2016, para compor uma planilha de custos. obrigado

MKM

27.De.2016

Nossa, que impressionante. Hoje dia 27/12/2016 estamos no 3o aumento de combustível do ano. Novamente o povo brasileiro pagando pelo péssima administração da Petrobras, após tantos roubos. Lastimável.

aloisio cavalcante

08.De.2016

Reajuste 08/11/2016

Chalean

20.Ou.2016

Resumo disto é que para o consumidor brasileiro não haverá diferença, apenas aceitar esses preços absurdos dos postos de combustíveis e continuar PAGANDO CARO. Petrobras sairá com imagem positiva perante o mercado internacional devido ao anúncio do engajamento maior desta (ppi) e sua aceitação para os desmandos internacionais.

Jose Conrado de Souza

17.Ou.2016

Cálculo das despesas para importar 14% de demanda de diesel e 4% da demanda de gasolina, mercados que a Petrobras supostamente perdeu para importadores, mostra que os custos elevados inviabilizam competição com os preços Petrobras. Xeque mate na mentira de Petrobras perder mercado para supostos importadores é, também, a ANP dizendo que houve aumento da produção de diesel e retração do mercado, diminuindo a demanda em 2 bilhões de litros, reduzindo importação em 4 bilhões de litros. Deplorável.

Luciano

14.Ou.2016

Nossa que redução impressionante ....kkkkkkkk vai mudar a nossa vida .pra abaixar 0,5 por litro deixa do jeito que esta .....

Jurandir Almir Alcântara de Souza

14.Ou.2016

Já poderia ter feito isso a muito tempo.

walter de sá leitão

14.Ou.2016

Favor retificar no texto em lugar de taxas portuárias empregar o termo correto tarifas portuárias Ateciosamente Walter

osmar Olivatti

14.Ou.2016

Conversa para boi dormir

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