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Atuamos para promover a diversidade e a equidade racial

08.Abr.2019

Assumimos diversos compromissos que comprovam nossos valores de respeito à vida, às pessoas e ao meio ambiente.

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Equidade Racial

Nosso compromisso com o combate à discriminação e a promoção da diversidade está expresso em nossa Política de Responsabilidade Social, nossa Política de Recursos Humanos, no nosso Código de Ética e no nosso Guia de Conduta. O tema equidade racial está alinhado aos nossos valores corporativos e também ao nosso Código de Ética, no qual expressamos nossos compromissos com respeito à diversidade, combate a todas as formas de preconceito e discriminação e promoção de igualdade de oportunidades para todos os empregados.

Temos ações concretas que reportamos anualmente em nosso Relatório de Sustentabilidade. Por meio de uma delas, para promover o tema Equidade Racial, convidamos para fazer uma palestra na sede da companhia o professor doutor José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, instituição que é voltada para a inclusão, a qualificação e para o protagonismo do negro brasileiro.

O evento foi fruto do termo que assinamos, em novembro de 2018, junto à “Iniciativa empresarial pela igualdade”. Responsável pelo projeto ao lado da ONG Sociedade Afro-Brasileira de Desenvolvimento Sociocultural, o professor José Vicente falou sobre os diversos tipos de racismo e os conceitos de raça, injúria racial e preconceito, além de apresentar exemplos concretos de situações que abordaram a questão, inclusive no ambiente empresarial.

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“Podemos avaliar a participação dos negros nas 500 maiores empresas brasileiras que se apresentam como participantes e praticantes de responsabilidade social corporativa. Se considerarmos os números que elas apresentam, parece que metade dos brasileiros não existe. Acho que ninguém aqui conhece o presidente de uma empresa negro. Mas como se explica isso em um país de 55% de negros e que se apresenta como um estado democrático de direito onde as oportunidades são iguais?”, questionou. “O racismo no Brasil é silencioso, não se apresenta e ele se justifica”, afirmou.

O reitor também destacou os avanços alcançados no país em relação ao tema, como a Lei 14.187/2010, que criminaliza atos de discriminação racial, assim como a Lei de Cotas Raciais. Mas alertou que, apesar de hoje serem um caminho possível, tais ações sozinhas não bastam. “Conseguimos construir um marco legal, com leis e cotas. Mas esse compromisso, que é de todos os brasileiros, precisa ser levado para uma mudança comportamental”, pontuou, acrescentando que espera um futuro diferente. “Queremos que um dia as pessoas possam disputar com mérito e igualdade de oportunidades todos os espaços, sem cotas. Mas, para que isso aconteça, vamos ter que aprender a amar e respeitar todas as pessoas sem distinção”, concluiu.

Postado em: [Institucional]