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Aumentaremos nossos desinvestimentos para US$ 13,7 bilhões no biênio 2015 e 2016

02.Mar.2015

EdiseNossa diretoria executiva, em reunião realizada em 26 de fevereiro de 2015, aprovou a revisão do plano de desinvestimento para o biênio 2015 e 2016. O valor total do plano é de US$ 13,7 bilhões, divididos entre as áreas de Exploração & Produção no Brasil e no exterior (30%), Abastecimento (30%) e Gás & Energia (40%).

O volume de desinvestimento aprovado representa um aumento quando comparado ao montante do Plano de Negócios e Gestão para os anos de 2014 a 2018, que era de US$ 5 a 11 bilhões, conforme divulgado em fevereiro de 2014. Este plano faz parte do nosso planejamento financeiro que visa à redução da alavancagem, preservação do caixa e concentração nos investimentos prioritários, notadamente de produção de petróleo e gás no Brasil em áreas de elevada produtividade e retorno.

Ressaltamos que o valor aprovado de US$ 13,7 bilhões é a nossa melhor estimativa. No entanto, ela é sensível a variáveis de mercado, tais como a cotação do barril de petróleo tipo Brent, taxa de câmbio, crescimento econômico brasileiro e mundial, dentre outras. Alterações nessas variáveis podem fazer com que modifiquemos nossa meta de desinvestimento.

Vale ressaltar que cada operação de alienação de ativo será submetida à avaliação e aprovação das requeridas instâncias de Governança, tais como a diretoria executiva e o Conselho de Administração. Essas operações também estarão sujeitas às aprovações dos órgãos reguladores competentes no Brasil e no exterior, quando for o caso. 

Postado em: [Institucional, Atividades]

5 comentários

Carlos Fernandes

30.Ju.2016

Além da diretoria executiva e do Conselho, à que instâncias de controle PRÉVIO essas operações de venda de ativos se submete? As avaliações são feitas por seus técnicos, mas são aferidas por controle externo?

Carlos Fernandes

30.Ju.2016

Além da diretoria executiva e do Conselho, à que instâncias de controle PRÉVIO essas operações de venda de ativos se submete? As avaliações são feitas por seus técnicos, mas são aferidas por controle externo?

Michael

13.Ma.2015

E uma vergonha! Antes do escândalo como era a Petrobras: Tinha uma posição 12ª lugar no ranking das maiores empresas do mundo em valor de mercado, lugar que ocupava em 2010. O último ranking, divulgado pelo jornal britânico Financial Times em março, agora mostra que a estatal perdeu 108 posições, sendo agora a 120ª maior empresa do mundo. Antes do escândalo, a Petrobras invertia pesado no setor econômico, agora só faz desinvestimentos gerando desemprego em massa. Isso e uma vergonha para nos Brasileiros.

Carlos

09.Ma.2015

Concordo com o Ricardo. É necessário repensar toda a gestão da empresa. Muita gente acompanhando os poucos que ficam nas atividades fins e operacionais. Parece que as diretorias passam e as que entram continuam na mesma balada, deixando uma sensação de amadorismo. Repensar a Petrobras, com foco, para todas as atividades, na eficácia , em primeiro lugar, perseguindo a eficiência .

Ricardo

05.Ma.2015

Esse montante é praticamente o custo que o corporativo da Petrobras onera a empresa por ano. Talvez reduzir a quantidade absurda de gerências executivas, deixar de locar prédios caros como a Torre Almirante, o Edifício Senado, ter uma administração enxuta e eficiente, diminuir a terceirização, resolva o problema de caixa, sem precisar vender ativos preciosos.