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Confira mais destaques sobre a OTC Brasil 2019

01.Nov.2019

Diretores de E&P e Assuntos Corporativos trazem novidades de suas áreas

Maximizaremos a criação de valor de um projeto de Exploração e Produção com o encurtamento do período entre a descoberta e o início da produção. Durante a OTC 2019, o diretor de E&P, Carlos Alberto Pereira de Oliveira (Capo), falou sobre a meta da companhia: em 10 anos, essa janela entre descoberta e início da produção, que hoje é de 1.900 dias, deve cair para 1.000 dias.

"Um dos aspectos importantes da exploração em águas profundas é o tempo entre a descoberta e o primeiro óleo. Não só porque tempo é dinheiro, mas porque reduzindo esse tempo podemos antecipar resultados para a companhia e, consequentemente, para a sociedade", afirmou. Segundo Capo, a tecnologia tem que ser amplificada nesse processo. "O combustível para fazer isso acontecer é a inovação e a transformação digital. É preciso ser disruptivo", acrescentou.

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A declaração do diretor ocorreu durante o painel "Como aumentar a competitividade de projetos em águas profundas”, durante a OTC Brasil 2019. Também participaram representantes de Baker Hughes, ExxonMobil, Total, Equinor e IBP.

Mercado de fornecedores mais competitivo

O diretor de Assuntos Corporativos Eberaldo Almeida Neto foi moderador do painel “Como promover a produtividade e a competividade da cadeia de fornecedores brasileira da indústria de Óleo e Gás”. No evento, o executivo destacou os impactos da alteração de variáveis do processo, como duração de cada fase e respectivos custos no valor presente líquido (VPL) do projeto. Em todas as fases há alavancas, como novas tecnologias, alinhamento de incentivos, padronização, previsibilidade, dentre outras, que podem gerar reduções significativas nos prazos dos projetos e ganhos consideráveis no seu VPL.

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A discussão, já superada em outras indústrias, como a aeronáutica e automobilística, ainda tem muito a evoluir na área de O&G. No Painel, participaram o presidente do IBP, José Firmo, o presidente da ABESPETRO, Cláudio Makarowski, o sócio da Bain Company, José de Sá, e o gerente executivo da área de Suprimento de Bens e Serviços da Petrobras Claudio Araújo. As análises e desafios colocados mostram que há a necessidade de um trabalho orquestrado de todos os “stakeholders” para destravar valor dos projetos, ainda mais considerando que, para cada real investido, dez são lançados na economia em forma de participações governamentais, receitas das empresas de petróleo e de toda a cadeia de suprimento.

Postado em: [Institucional]