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Consórcio Integra Offshore: respostas ao Estadão

02.Fev.2015

resposta-estadao.jpgLeia as respostas que enviamos ao jornal O Estado de S. Paulo sobre a montagem das plataformas P-67 e P-70 pelo consórcio Integra Offshore:

PERGUNTA 1: Tive a informação de que recentemente o consórcio ( Integra) dispensou mais 500 funcionários, ficando com apenas 150 pessoas.  Isso seria uma consequência de um aperto na fiscalização dos recursos para a montagem da parte da Petrobras, que está fazendo um inventário dos gastos nos projetos em meio à crise que envolve empreiteiras como a própria Mendes Jr. Confere? Qual foi o resultado dessa fiscalização? A Petrobras pediu corte de gastos?

PERGUNTA 2: A Mendes Junior seguirá no consórcio já que além dos problemas diretamente ligados à Petrobras a empresa está em vias de pedir recuperação judicial? A OSX pode buscar outro parceiro? Ou consórcio como um todo pode tentar repassar esse projeto, já que a OSX também enfrenta uma recuperação judicial?

RESPOSTA PARA 1 e 2: Sobre as questões relativas às empresas Mendes Junior e OSX, a Petrobras esclarece que não recebeu nenhuma solicitação formal quanto a alterações na composição acionária da INTEGRA ou de cessão do contrato.

PERGUNTA 3: Qual o atual estágio de montagem desses módulos da P-67 e P-70? Há perspectiva de atrasos por conta de outros estaleiros inclusive? Pelo que me lembre há ainda uma opção de um contrato que envolve uma terceira plataforma a ser integrada pelo consórcio. Esse contrato já saiu do papel? Quando isso deverá ocorrer?

RESPOSTA: Com relação ao contrato de construção de módulos e integração da P-67 e P-70, em execução pela empresa Integra Offshore Ltda, a companhia esclarece que está em dia com suas obrigações contratuais perante a contratada e que não fez quaisquer solicitações para redução de gastos, paralisação de atividades ou dispensa de funcionários - atos de gestão sob responsabilidade da contratada.  Os módulos da P-67 estão em estágio avançado de completação e o impacto nos prazos deste FPSO, devido à rescisão do contrato de módulos de compressão, está em avaliação em função do novo processo de contratação.

A mencionada opção para construção de módulos para uma terceira plataforma não foi exercida pela Petrobras e seus parceiros no BMS11. Os prazos de contratação de novas plataformas serão detalhados na divulgação do Plano de Negócios e Gestão 2015-2019.

PERGUNTA 4: Aproveitando o contato gostaria de verificar qual situação da licitação realizada pela Petrobras para contratar operação logística portuária para atender às bacias de Campos e do Espírito Santo e suspensa pela Justiça a pedido de Macaé no fim do ano passado? O processo foi vencido pela americana Edison Chouest, instalada no Porto do Açu, mas contestado por supostas restrições a outros competidores. Podem atualizar o estágio da disputa?

RESPOSTA: A licitação dos seis berços para atendimento às Bacias de Campos e do Espírito Santo, que havia sido interrompida por conta de liminar emitida pelo Juiz da 2ª Vara Cível de Macaé após Ação Cautelar impetrada pela Prefeitura do Município, foi retomada na segunda quinzena de dezembro, depois de concedido um efeito suspensivo pelo Desembargador da 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

A Petrobras está em fase final de discussão das condições comerciais do contrato com o Grupo Edison Chouest Offshore, detentor da melhor proposta recebida.

Obs: A reportagem "Crise na Petrobras afeta grupos no Açu" (versão online) foi publicada nesta segunda-feira (2/2)

Postado em: [Respostas à imprensa]

1 comentários

Alexandre Da Silva Aleixo

20.Ma.2015

A empresa vai fazer uma nova contratação? E quando?