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Dez perguntas e respostas para entender a compra de Pasadena

24.Abr.2014

1 – Qual foi o objetivo da compra da refinaria de Pasadena?

O propósito da Petrobras era capturar as altas margens do petróleo processado nos Estados Unidos na época. Como o petróleo proveniente do campo de Marlim era pesado e valia menos, era necessário processá-lo em uma refinaria mais complexa. Assim, após o refino tradicional, seria possível transformar os derivados pesados em produtos mais leves e mais valorizados.

Foi realizado um mapeamento de oportunidades nos Estados Unidos e duas consultorias de renome apontaram efetivas oportunidades de operação no Golfo do México. Essas informações indicavam a viabilidade da compra da refinaria de Pasadena. Logo em seguida, a planta deveria ser modernizada e ampliada para processar o petróleo de Marlim.

2 – Quanto a Petrobras pagou pela refinaria?

Foram desembolsados US$ 554 milhões com a compra de 100% das ações da PRSI-Refinaria e US$ 341 milhões por 100% das quotas da companhia de trading (comercializadora de petróleo e derivados), totalizando US$ 895 milhões.

Adicionalmente, houve o gasto de US$ 354 milhões com juros, empréstimos e garantias, despesas legais e complemento do acordo com a Astra. Desta forma, o total desembolsado com o negócio Pasadena foi de US$ 1,249 bilhão.

3 – Qual foi o preço pago pela Astra pela refinaria?

A Comissão de Apuração Interna, instaurada em março pela companhia, apurou que a Astra não desembolsou apenas US$ 42,5 milhões pela compra da refinaria. Este suposto valor, a propósito, nunca foi apresentado pela Petrobras.

Até o momento, análises da Petrobras indicam que a Astra desembolsou pelo conjunto de Pasadena aproximadamente US$ 360 milhões. Deste valor, US$ 248 milhões foram pagos à proprietária anterior (Crown) e US$ 112 milhões correspondem a investimentos realizados antes da venda à Petrobras.

Cabe destacar que a operação não envolvia apenas a compra da refinaria, mas sim um negócio bem mais amplo e diversificado. A unidade industrial de refino era parte menor de um complexo empreendimento que envolvia, também, um grande parque de armazenamento, estoques nos tanques, contratos de comercialização com clientes e contratos com a infraestrutura de acessos e escoamento. Envolvia, ainda, conhecimentos sobre o mercado e demais competências para operar no mercado norte-americano, em uma das zonas mais atrativas dos Estados Unidos.

4 - Afinal, a compra foi um bom ou um mau negócio?

Na época da compra, o negócio era muito vantajoso para a Petrobras, considerando as altas margens de refino vigentes e a oportunidade de processar o petróleo pesado do campo de Marlim no exterior e transformá-lo em derivados (produtos de maior valor agregado) para venda no mercado americano.

Posteriormente, houve diversas alterações no cenário econômico e do mercado de petróleo, tanto brasileiro quanto mundial. A crise econômica de 2008 levou à redução do consumo de derivados e, consequentemente, à queda das margens de refino. Além disso, houve a descoberta do pré-sal, anunciada em 2007. Assim, o negócio originalmente concebido transformou-se em um empreendimento de baixo retorno sobre o capital investido.

5 – Como a compra da refinaria foi aprovada?

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou em 2006 a compra de 50% de participação em Pasadena, pelo valor de US$ 359 milhões. A operação estava alinhada ao planejamento estratégico vigente, que determinava a expansão internacional da Petrobras, contribuindo para o aumento da comercialização de petróleo e derivados produzidos pela companhia.

6 – As cláusulas “Put Option” e “Marlim” estavam no resumo executivo?

O resumo executivo originado pelo Diretor da Área Internacional e apresentado ao Conselho de Administração sobre a compra da refinaria de Pasadena não citava as cláusulas de “Marlim” e “Put Option”, nem suas condições e preço de exercício.

7 – Por que a Petrobras comprou os outros 50% da refinaria?

A partir de 2007, houve desentendimentos entre a Petrobras e a Astra em relação à gestão e ao projeto de expansão da refinaria. Em dezembro daquele ano, a Astra enviou à Diretoria Internacional da Petrobras uma carta de intenções para a venda dos outros 50%. Em março de 2008, a Diretoria da Petrobras apreciou e submeteu a proposta de compra ao Conselho de Administração, que não a autorizou. A Astra exerceu sua opção de venda (“Put Option”) e a Petrobras assumiu o controle da integralidade da refinaria ainda em 2008, após disputa judicial. Em 2012, tomando por base laudo arbitral confirmado judicialmente, houve uma negociação final entre as partes, considerada completa e definitiva.

8 – Qual foi a razão do desentendimento entre Astra e Petrobras?

A Astra não concordou em fazer investimentos na ampliação e modernização do parque de refino. A intenção era ampliar a capacidade de Pasadena para 200 mil barris por dia, que era a solução desejada pela Petrobras e que se mostrava mais interessante para processar o petróleo de Marlim.

9 – Qual é a situação atual da refinaria?

A refinaria, que tem capacidade de refino de 100 mil barris por dia, está em plena atividade, opera com segurança e vem dando resultado positivo este ano. A unidade tem localização privilegiada, num dos principais centros de petróleo e derivados dos Estados Unidos. Opera com petróleo leve, disponível nos Estados Unidos a partir do crescimento da produção local de óleo não-convencional (tight oil).

A Petrobras já recebeu propostas pela compra de Pasadena, mas decidiu manter a refinaria fora do pacote de desinvestimentos até que sejam concluídas as investigações em curso. Só então decidirá o que fazer, considerando as condições do mercado.

10 – Como o caso está sendo apurado na Petrobras?

No dia 24 de março, foi instaurada uma Comissão Interna de Apuração na Petrobras sobre a aquisição da refinaria de Pasadena para esclarecer todas as questões que vêm sendo discutidas na sociedade. Além disso, a companhia é fiscalizada e colabora com os órgãos de controle como o TCU, a CGU e o Ministério Público. Desde novembro de 2012, foram respondidas 16 solicitações do TCU e cinco da CGU sobre Pasadena.

Postado em: [Atividades, Esclarecimentos, Institucional]

50 comentários

Kepler

15.Ma.2015

Muito obrigado pelos esclarecimentos.

Sergio De Freitas Carneiro

30.Ju.2014

Talvez meu analfabetismo funcional não me tenha deixado interpretar devidamente a resposta de número nove. 1 - Se a refinaria tem dado resultados positivos, porque a Petrobras quer vende-la e só não o fez devido as investigações.

Belmonte

27.Ju.2014

Boa explicação. Ela nos dá dados para um maior entendimento, não total, por enquanto. As pessoas que querem saber: Onde está o lucro? Quando vai dar retorno? etc... Sabem da variação do petróleo conforme conjuntura internacional. É um raciocínio complexo para se afirmar de fato e sem dúvidas como estarão as coisas, ainda mais nesse cenário de hoje. Basta olha para o oriente e ver que vem coisa por aí. O contexto em que se deu a aquisição e as nuances no desenrolar do negócio variam bruscamente e isso pode explicar o cálculo inicial errático. Quem trabalha ou trabalho na execução de obras ou outro empreendimento, que exija orçamento e cronogramas, sabe que há variações. Não estou justificando nada. Também quero respostas. O que não dá é pra fazer politicagem com isso. Vamos continuar acompanhando as investigações.

lara

27.Ju.2014

Tudo muito estranho, nao me convenceu !!!!

fernando

24.Ju.2014

muito tecnico os esclrecimentos é bom mandar para a imprensa publicar

Nelson Simas

09.Ju.2014

O nome do bicho é taxa interna de retorno sobre o investimento. Se dá lucro qual a taxa interna de retorno sobre o investimento total da Petrobras em Passadena? Quantos anos para amortizar o investimento. o resto é só conversa fiada. Esta informação a Petrobras nunca divulgou. Por que? Porque o investimento deve ser péssimo.

Nelson Simas

09.Ju.2014

Muito bem está produzindo lucro, falta apenas informar uma simples coisa. Qual o valor do lucro? Qual a taxa interna de retorno deste lucro sobre o investimento total em Passadena, estas informações até agora são omitidas pela Petrobras. Só através dessa informação se poderá analizar o investimento.

JOAO JORGE CHAVES SAMPAIO

09.Ju.2014

A Comissão vai apurar o paradeiro de todos os centavos desembolsado? Está prevista punição e ou devolução dos centavos excedentes, se for o caso?

Fogari

09.Ju.2014

Dá próxima vez, gostaria de ser consultado sobre futuros investimentos da Petrobrás, já q se trata do meu dinheiro, pois todas as riquesas deste país pertencem a mim e aos demais brasileiros natos.

Fuchoa

07.Ju.2014

Nunca tinha ouvido antes nada negativo em relação à Petrobrás. A empresa sempre foi símbolo e exemplo de eficiência, seriedade e integridade. Agora surgiu esse escândalo e para piorar, o problema está atrelado à política e isso vai dar um nó nas apurações da compra superfaturada. Como qualquer outro brasileiro, espero que as investigações sejam imparciais e os culpados punidos.

EXPEDITO JOSÉ MOUÇO CHAVES

03.Ju.2014

CONCORDO COM OS COMENTARIOS QUE CONSIDERAM SUFICIENTES AS EXPLICAÇÕES, FALTANDO TÃO SOMENTE, PARA FECHAR UM RACIOCINIO, QUE PARECE LÓGICO, QUE SEJA PUBLICADO QUAL O VALOR ATUAL DO EMPREENDIMENTO, CASO A PETROBRAS VENDESSE AGORA. OU, UMA AFIRMAÇÃO SOBRE UTILIZAÇÃO ,BREVE, FUTURA DO COMPLEXO PASADENA.

Makson

03.Ju.2014

Como assim? era bom negócio para refinar óleo pesado de Marlim, mas hoje está bem, refinando óleo fino? Mesmo o negócio se mostrando ruim, como foi dito em uma das respostas, a Petrobras ainda queria aumentar a capacidade de produção e por isso se desentendeu com a Astra e teve de comprar os outros 50%!?

alfrain

02.Ju.2014

Considero essa declaracao inportante para quaquer pessoa ,se os fatos relatados tivesem como esclarecimento tivesem sido levado ao publico nao taria acontecendo coisas duvidas e polemicas.

Livaldo Machado

31.Ma.2014

uma empresa do porte da petrbrás, tem mesmo que investir em todo mundo possível,não veem que os chineses estão com a bola toda, espalhados pelo mundo,com o PIB maior que o do mandante no mundo então firme na bola, manda o pirão petróleo brasileiro S A

Fco Costa

30.Ma.2014

Precisa explicar que os Conselhos de Administração de empresas não é órgão de atuação direta da gestão, e que faz uma apenas uma reunião mensal para avaliar e decidir sobre a gestão, através de pareceres, notas técnicas, etc. Depois de ocorrida a crise mundial que minguou a economia dos EUA e do mundo por 7 anos; e depois do Pre-Sal, que é o maior investimento do mundo na área, ai é fácil criticar o investimento feito.

Djalma Oliveira de Souza

30.Ma.2014

Tudo certinho, bem explicadinho, conforme o figurino. Porém, porque a Presidente da República e Presidente do conselho à época da aquisição emitiu nota dizendo que votou a favor da compra com base em relatório falho e impreciso? Esta explicação é que precisa ser dada. Se Pesadena hoje produz 1000.000 barris/dia e custou U$ 1.254 milhões, foi um ótimo negócio, visto que a Refinaria Abreu de Lima já consumiu mais e US$ 5bi para produzir 230.000 barris/dia sabe-se lá quando. Nestas circunstancias Pesadena deveria ser retirada dos "desenvestimentos" da Petrobrás e nossa Presidente da República se desculpar pela nota emitida.

Zieg

29.Ma.2014

Realmente, tudo muito suspeito. Mas não deve ser uma CPI do Congresso que deve investigar com todo o rigor esse escândalo, uma vez que os fatos serão usados apenas como palanque político em um ano de eleições. Temos a Polícia Federal, o TCU, a CGU e o Ministério Público muito bem capacitados para prestar os esclarecimentos devidos à Sociedade.

Zieg

29.Ma.2014

Quanto à pergunta 6, é incompreensível e até mesmo suspeito para um negócio de tal porte, se omitir em um resumo executivo cláusulas de tamanha importância que interferem diretamente nos riscos do negócio Quanto à pergunta 7, é comum em negócios desse porte, se analisar todas as alternativas para se tomar uma decisão. Não está bem explicado porque o Conselho de Administração não autorizou a compra, abrindo caminho para o exercício da “put option” que se revelou uma alternativa ainda pior que a própria compra. Também não foi explicada em nenhuma das 10 perguntas e respostas, a participação no negócio de um ex-funcionário da Petrobras como vice-presidente da Astra Oil. E mais tarde, representantes da Astra Oil admitiram que ficaram surpresos com o resultado dessa venda, uma vez que não era esperado tanto lucro para o negócio.

osmar bernardes de oliveira

28.Ma.2014

a petrobras é uma grande empresa brasileira se ela comprou a refinaria porque ela tem visão para o futuro de lucro para os brasileiros,a presidencia petrobras está com toda força

Ygor Gomes

23.Ma.2014

Foi um negócio que deu errado. Porque tanto alvoroço? Acontece!!!

Celso Ricardo

21.Ma.2014

Para mim esta esclarecido , Petrobras um empresa com visao internacional.

Margareth

20.Ma.2014

Ok, se há explicações razoáveis para a compra, entáo por que temem tanto a CPI? Por que Nestor Cerveró foi demitido mesmo? Por que a Petrobrás é atualmente a estatal mais endividada do mundo?

Waner

18.Ma.2014

É muito fácil classificar um negócio como ruim, depois que se apura o seu resultado. Para ser justo deveria se julgar também os negócios em que os administradores envolvidos fizeram e que deram certo. Pela enorme valorização da Petrobrás nos últimos dez anos, penso que houve uma maioria absoluta de negócios com resultado positivo. É muito perigoso ficar, a todo momento, ou ainda em épocas de eleição, julgando os administradores da coisa pública sem antes uma criteriosa análise e uma ampla defesa, pois isto levará no futuro a ampliação da inação. O administrador público passa a ter medo de errar e ser execrado e aí não age. É claro que tudo precisa ser investigado e muito bem investigado. Agora, em época de eleição, identificar um negócio que não teve o êxito esperado e expor os administradores é, no mínimo, uma covardia. Pelo que entendo, foi um negócio estratégico, e é comum que ao se entrar em mercados novos, em negócios novos, se atue com prejuízo por um tempo. Vamos ser justos!

AILTON DOS SANTOS ALVES

16.Ma.2014

essa pergunta e resposta devia ser como o proprio jornalista as pergunta a resposta devia ser com o presidente da petrobras na televisão e na rede social

JOse

15.Ma.2014

quando a Astra (USD360 mil) comprou a Pasadena? e devemos levar isso em conta: Cabe destacar que a operação não envolvia apenas a compra da refinaria, mas sim um negócio bem mais amplo e diversificado. A unidade industrial de refino era parte menor de um complexo empreendimento que envolvia, também, um grande parque de armazenamento, estoques nos tanques, contratos de comercialização com clientes e contratos com a infraestrutura de acessos e escoamento. Envolvia, ainda, conhecimentos sobre o mercado e demais competências para operar no mercado norte-americano, em uma das zonas mais atrativas dos Estados Unidos.

M\rilene

15.Ma.2014

Sinceramente. Não me conveceram

Enio Ferreira Zóffoli

15.Ma.2014

Será que é habitual uma companhia do porte da Petrobras não acompanhar de perto as mudanças futuras, quando nada em termos de projeção? Será que alguém que defenda este negócio, compraria uma coisa dessas com seus recursos? Não acredito.

Danilo Pecanha

14.Ma.2014

A própria Astra comunicou com seus acionistas um ganho acima do normal na venda da refinaria, ou seja, quem conduziu a compra cometeu ou cometeram um grave deslise com o trato dos recursos da Petrobras.

toni

14.Ma.2014

Convenhamos, a Petrobrás não é uma pessoa física assinando um contrato de TV a cabo, onde qualquer pessoa pode ser enrolada. A Petrobrás é uma Sociedade Anônima cercada de muitas pessoas competentes que avaliam todos os riscos e cláusulas contratuais antes de fecharem um negócio jurídico, logo, é impossível ser de desconhecimento da Petrobrás as cláusulas “Marlim” e “Put Option”. Não venham dizer: Eu não sabia de nada!!!!! Acorda Brasil!!!!

Luiz Nogarolli

14.Ma.2014

Não entendi, na resposta da pergunta 1, diz que a refinaria foi comprada para processar o petróleo do campo marlin,que é pesado e agora ela está operando com petróleo leve? então gastamos na conversão da refinaria? mas se o petróleo americano é leve, por que eles construíram uma refinaria para petróleo pesado?.e onde está sendo refinado o petróleo pesado de marlin?assim fica difícil.

Edmilson Fonseca

14.Ma.2014

Nao adianta matar a vaca, para acabar os carrapatos. A sociedade leiga precisa de informaçoes mas simples e menos tecnica. Pergunto: Se tudo der errado e o prejuizo aparecer , quem pagara a conta? Apesar de algumas informaçoes me convecerem, ainda tenho duvidas.

Victor Amaducci

14.Ma.2014

Parabéns a Petrobrás pelo esclarecimento, acho que esse comunicado deveria ter sido lançado antes evitando muitos constrangimentos. A Petrobrás foi, é e sempre será orgulho para o Brasil, essa empresa junto com outras empresas Nacionais provam para o mundo que o brasileiro é tão bom quanto qualquer outra pessoa de qualquer lugar do mundo. Para pessoas que tem um pouco de formação e raciocínio, fica fácil perceber como o mercado econômico é complexo e quanto risco há nos investimentos principalmente falando em Petróleo. Os avanços que a Petrobrás tem realizado, a contribuição que a Petrobrás tem dado para o novo Brasil que vemos são nítidos para quem não sofre de alienação. Pasadena parece uma estratégia que não deu certo até agora, mas pode sofrer muitas reviravoltas em um futuro próximo e se tornar um novo Pre-Sal. Sobre números, eu acho incrível alguém acreditar em números divulgados pela Folha, Globo ou Veja e não acreditar em explicações vinda da empresa mais importante do Brasil!!

Iuri Fenix

14.Ma.2014

Petrobras e a refinaria de Pasadena: Lucro ou prejuízo?   Aqui no Estado de São Paulo, as emissoras de TV, rádio e jornais impressos não para de noticiar sobre a Petrobrás com relacao a compra da refinaria nos EUA, em Pasadena, que a Estatal pagou muito caro, que teve prejuizos, etc. Contudo, essas noticias sao veiculadas sempre incompletas, pois nunca divulgam o valor atual da refinaria, induzindo a opinião publica a um possivel erro na compreensão da verdade. Para quaquer pessoa ou empresa saber se houve lucro ou prejuizo em um determinado investimento imobiliario industrial, deve-se usar como referencia para essa análise o valor da compra e o valor da venda, ou o valor da compra com o valor atual de mercado para venda, fazendo o seguinte calculo:   Valor de compra= VC Valor da venda ou valor atual de mercado para venda= VVM Resultado financeiro = RF   CÁLCULO    RF= VVM - VC   Se o resultado do RF for positivo existiu lucro e foi um bom investimento, e se o resultado do RF for negat

Sebastião Laércio Machado

14.Ma.2014

Um negócio dessa dimensão e complexidade, num cenário internacional de recessão que abate as economias dos Estados Unidos e da Europa, num cenário nacional de aguda polarização política entre setores conservadores e progressistas, dificilmente escaparia do embate entre governo e oposição. Parte da mídia, aquela que claramente torce o nariz para os avanços sociais, foi mais ágil que a Petrobras. O rótulo de ineficiente foi colada em sua testa pela repetição à exaustão de noticias que misturaram fatos, versões, omissões, interpretações e meias verdade com indisfarçável intenção mais de difamar que esclarecer.

Pamela M.Mutz

14.Ma.2014

As resposts nao convenceram. Mesmo tendo pago trezenos e tal milhoes, qul a justificativa para o pagamento restante. e muit fail e comodo dizer que era um bom negocio na eñoca e que devifo a conjuntura atualmpassou a ser mu negocio. Acho que ai tem mais..No teria sio parte o dinheiro io pra politica?

Paulo Lima

13.Ma.2014

Gente,petroleo dá muito dinheiro,bem, mal, ou pessimamente administrado, portanto um mal negócio hoje, pode ser um bom negocio amanhã,vamos aguardar.

Altino

13.Ma.2014

Confio que há época Pasadena era sim um bom negócio, temos que entender é a obrigatoriedade da Petrobras comprar aparte da Astral. Essa é a dúvida?

AGEU BARROS

13.Ma.2014

O passado não pode ser modificado. Sugiro mudança no presente para evitar repetição no futuro. Muita gente contribuiu para Pasadena, por ação ou omissão. Onde está essa gente? #ficadica

MARCELO

13.Ma.2014

Bom, quanto a Petrobras todos nos sabemos que é uma empresa que hoje orgulha nosso país em função da sua autonomia e capacidade de investimentos, mas pagar milhões por uma refinaria que está instalada em solo americano é um negócio de alto risco.

Claudemir Druzini

13.Ma.2014

A Petrobras, sempre foi orgulho nacional. Será que estratégicamente, este negócio foi bom?. Qual a estratégia usada, será que pode ser revelada? Teremos que esperar as devidas respostas. Será que todos sabem que a Venezuela tem mais de 10 mil postos de gasolina nos Estados Unidos? Penso que estratégicamente quase tudo é possivel no mercado petrolifero, verifiquem os conflitos no Oriente médio, e analisem. Vamos esperar mais informações que possam ajudar a desvendar este caso.

Antonio

13.Ma.2014

Parabéns à Petrobras. A companhia está no caminho certo.

Carlos ibere pozza

13.Ma.2014

Se querem, realmente, esclarecer o povo, não basta uma declaração escrita. É tão fácil usar o scanner em documentos que possam comprovar a veracidade das alegações. Se uma loja me cobra uma conta, eu provo que paguei com o recibo e não com uma declaração ao público. Desculpe, mas não dá pra acreditar. já foram divulgados tantos números divergentes, tanto pela mídia, como pela própria Petrobras, inclusive pela presidente da estatal, que me igualo a São Tomé. " Só acredito vendo".

Julio Alt

12.Ma.2014

Caso esses esclarecimentos tivessem chegado ao público há mais tempo seria mais fácil defender a Petrobras, Estou ciente de que algumas informações são estratégicas e confidenciais, o que não é o caso das explicações dadas. Que isso nos sirva de exemplo para que a nossa amada Petrobras tenha uma comunicação institucional e social mais ágil e competente, sem querer agredir. Nesses tempos de comunicação instantânea, mais do que nunca vale o bordão do Velho Guerreiro (Chacrinha) "quem não se comunica, se trumbica..."

Edson João Leoneti

12.Ma.2014

Tudo errado. Mas para mim o maior dos erros é a própria Petrobrás que comete ao tentar justificar a compra de Pasadena (Obs. Ler a nota acima item 4) Afinal, a compra foi um bom ou um mau negócio? . Pergunto :- A compra de Pesadena foi feita em 2006 em 2007 um ano depois foi divulgado a descoberta do pré sal, como uma empresa tida como uma das maiores do mundo onde seus Diretores são muito bem remunerados não conseguiram visualizar esta possibilidade da descoberta do pré/sal que até o mais leigo sabia? Outro fator importante é quanto a crise de 2008 que na nota a Petrobrás diz :"A crise econômica/ 2008 levou redução consumo / consequentemente, queda margens de refinamento." Ora qq. empresa pequena/media/grande ou gigante como Petrobrás não podem "apostar" ou "jogar no escuro" tem que ter certeza de pelo menos 70 ou 80 % de suas ações, caso contrario poderemos perder a credibilidade que nela sempre depositamos ou um pouco pior, perde-la por incompetência administrativa.

ricardo florêncio

11.Ma.2014

Se não houve problema nenhum com a compra da refinaria e a celeuma é atribuída a ano eleitoral, por que um diretor da Petrobrás foi imediatamente demitido pela presidente após a divulgação dos valores do negócio pela imprensa e outro diretor está preso até hoje?

manoel juliao

11.Ma.2014

achei esclarecedor pena que a maioria dos brasileiro nao tem esta informaçoeis

Raquel

11.Ma.2014

Se é tudo tão simples e claro assim, por que o governo tem tanto medo da CPI então? Por que o Renan Calheiros está fazendo de tudo para atrasá-la? Se as respostas estão aí acima, que venha a CPI.

allan de Jesus correia

11.Ma.2014

Reconheço que este e o caminho certo para informar ao público os fatos corretos sobre a compra e investimento da refinaria de Pasadena...

alvaro

11.Ma.2014

Péssimo negócio...que venha a CPI!!!!

Jane

11.Ma.2014

As respostas não convenceram. Vamos aguardar a CPMI.

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