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Dia Internacional da Mulher marca 10 anos do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça

08.Mar.2016

mulher.jpgCelebramos hoje (08/03) os dez anos da nossa participação no Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, que tem contribuído para a busca de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres em nosso ambiente de trabalho, além de desenvolver novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional. “Aderimos à iniciativa logo na primeira edição, quando a diversidade e o respeito às diferenças e a valorização das mulheres ainda não eram discutidos na Petrobras. Hoje, são requisitos de gestão”, conta a assistente social Rita Noronha, da nossa área de Ambiência e Diversidade.

Nas cinco edições realizadas ao longo da última década, recebemos cinco Selos Pró-Equidade de Gênero e Raça. Aqui, o programa é coordenado pela gerência executiva de Responsabilidade Social e acompanhado por representantes das nossas diversas áreas, os quais compõem a Subcomissão de Diversidade.

Nos últimos anos, as mulheres vêm quebrando o mito de que determinadas profissões, carreiras e funções não seriam adequadas a elas. Suzana Leonardi, técnica de manutenção especializada em mineração, hoje trabalha na unidade de industrialização de xisto, a SIX, e ocupa um cargo considerado “de homens” até algum tempo atrás. “Os colegas de trabalho me receberam um tanto reticentes quando fui a primeira estagiária mulher na mineração da unidade e primeira empregada mulher naquele ambiente”. Atualmente, Suzana é coordenadora da gerência de mineração da SIX e decide sobre o planejamento de escavações, a perfuração de rochas e a recuperação de áreas mineradas.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          

Dionisio Ferrucio, comandante de navios no Sistema Petrobras por 17 anos e, há seis, assessor náutico em terminal aquaviário, admite ter sido contrário, a princípio, ao trabalho de mulheres a bordo como tripulantes ou oficiais. Ele imaginava, por exemplo, que não teriam coragem de fazer intervenções em equipamentos ou tanques de carga durante tempestades ou vendavais, mas mudou radicalmente de opinião. “Vi fazerem isso e muito mais. Uma delas iniciou o combate a incêndio em um rebocador sozinha quando a equipe se preparava para deixar o local. A operação foi um sucesso. Hoje, sou chefiado por uma mulher, Hildelene Lobato Bahia, que foi a primeira comandante de navio da Transpetro”, afirma.

Na trajetória pela igualdade de oportunidades, temos avançado em alguns assuntos para além dos requisitos legais. Hoje, temos 29 salas de apoio à amamentação em prédios administrativos e áreas operacionais para a retirada e estocagem de leite materno após término da licença-maternidade. “A companhia foi pioneira em, no caso de filhos prematuros, fazer contar a licença a partir da alta hospitalar da criança, antecipando-se à criação de leis com esse fim no Brasil”, cita o coordenador de Responsabilidade Social dos Serviços Compartilhados, Jonivaldo Souza.

* Na foto Suzana Leonardi, coordenadora da gerência de mineração da SIX

Postado em: [Sociedade e Meio Ambiente, Institucional]

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