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Gasoduto Urucu-Manaus: respostas à Folha de S. Paulo

17.Abr.2014

Leia a matéria "Estatal puniu gerente que se opôs a fraude, afirma viúva" (versão online), publicada nesta quinta-feira (17/4) pelo jornal Folha de S. Paulo. Confira também a resposta enviada ao veículo:

Pauta:

Estamos fazendo uma matéria sobre o gasoduto Urucu - Manaus. Conversamos com a viúva do engenheiro responsável pela obra, Gesio Rangel de Andrade, que relata que ele sofreu pressões dentro da empresa para aprovar aditivos para a obra. Alguns documentos internos da empresa mostram que a obra estava orçada em US$ 407 milhões em 2004 e 2005, mas acabou custando R$ 4,58 bilhões até a conclusão em 2009 conforme matérias da revista da Petrobras.

Gostaríamos de ouvir a empresa: por que o engenheiro foi afastado do projeto? Ele foi pressionado para aprovar aditivos? Por que a obra custou muito mais caro que o previsto?

Resposta:

A Petrobras informa que a obra do gasoduto foi realizada para atender ao contrato de fornecimento, por 20 anos, de 5.500.000 m³/dia de gás natural para suprir 760 MW de geração a gás natural em centrais termelétricas situadas no estado do Amazonas. Informa ainda que as condições previamente acordadas no contrato remuneram todo o investimento realizado no gasoduto e atendem às taxas de retorno definidas pela Petrobras para seus projetos, sendo, por conseguinte, um investimento lucrativo.

No Trecho B1 do gasoduto Urucu-Manaus, que se estendeu de Coari a Anamã, por conta das condições adversas de trabalho na Amazônia - tais como tipo de solo, clima, acesso e condições do terreno -, foi necessária a alteração da metodologia de construção do gasoduto, o que tornou possível trabalhar tanto na época de cheia quanto na vazante dos rios, reduzindo o tempo de construção. Após cerca de 1 ano da assinatura do contrato, havia 23 km de dutos enterrados. Após a adoção da nova metodologia, em igual período de tempo foram enterrados 173 km de dutos.

As alterações construtivas necessárias foram apresentadas pelo consórcio construtor e aprovadas pela Diretoria Executiva da Petrobras. O  valor total investido no Gasoduto Urucu-Coari-Manaus é de R$ 4,48 bilhões.

Postado em: [Respostas à imprensa]

1 comentários

evair da costa nunes

22.Ab.2014

Afinal qual a resposta dada à Folha de São Paulo quanto às denúncias de que o engenheiro gerente do projeto teria sido pressionado a aprovar aditivos ao contrato???? Não ficou claro no artigo!!!!!!!