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Williams apresenta o carro da temporada 2014 com a nossa logo

09.Mar.2014

williams-carro.jpgA equipe de Fórmula 1 Williams Martini Racing lançou na última quinta-feira (06/03), em Londres, o novo carro Williams Mercedes FW36, que será usado na temporada 2014. Todo branco, ele traz na lateral do chassi a nossa logo. No dia 18 de fevereiro, assinamos no Rio de Janeiro o contrato de parceria tecnológica com a Williams. 

Nossa marca também aparece em todo o ambiente e vestuário da equipe. Este ano, competirão pela Williams o brasileiro Felipe Massa e o finlandês Valtteri Bottas. O brasileiro Felipe Nasr será o piloto de testes e reserva. A temporada 2014 da Fórmula 1 começa no dia 16 de março com o Grande Prêmio da Austrália.

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Odeon Petrobras apresenta mostra especial dedicada às mulheres

08.Mar.2014

FrancesHaCriada a partir de um desafio aos cinéfilos lançada pelo Grupo Estação, a mostra "Mulheres!" leva ao Odeon Petrobras, na semana do Dia Internacional da Mulher, filmes protagonizados por personagens femininos.

A programação, que reúne produções, como "Frances Ha" (dir. Noah Baumbach), "Camille Claudel" (dir. Bruno Dumont), "Hannah Arendt" (dir. Margarethe Von Trotta), "Elena" (dir. Petra Costa), "Flores Raras" (dir. Bruno Barreto), "As Hiper Mulheres" (dir. Carlos Fausto, Leonardo Sette, Takumã Kuikuroentre), entre outras, foi escolhida pelos apaixonados pela sétima arte Diogo Cavalcanti e Barbara Chagas, que venceram o concurso cultural realizado no ano passado para serem curadores de uma mostra num dos cinemas mais tradicionais do Rio de Janeiro.

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Planejamento Estratégico Horizonte 2030: As grandes escolhas da Petrobras

08.Mar.2014

Leia abaixo comunicado oficial que divulgamos a respeito de nosso Plano Estratégico – Horizonte 2030:

"O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em 25 de fevereiro de 2014, o Plano Estratégico - Horizonte 2030. Ao analisar o ambiente de negócios no mundo, com destaque para as consequências da crise econômica mundial de 2008, da revolução da produção “não-convencional” de gás (shale gas) e de óleo (tight oil) nos EUA, além das mudanças do marco regulatório brasileiro, com a criação dos regimes de Cessão Onerosa e Partilha, a Petrobras fez as suas Grandes Escolhas, que vão orientar os negócios da empresa no horizonte do Plano.

O caminho até 2030 parece longo, mas não é. Isto porque os tempos de implementação de projetos comuns à indústria de petróleo - desde as decisões em participar dos leilões, o início da fase exploratória e a produção do primeiro óleo dos megaprojetos offshore - são de pelo menos 7 anos. Ou seja, de hoje até 2030 - em 17 anos, portanto - transcorrerão, na média, apenas dois ciclos de projetos de Exploração & Produção. Assim, quando hoje participamos da licitação de blocos exploratórios, estamos potencializando a produção da Petrobras no horizonte 2020-2030.

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Nossos resultados operacionais e financeiros estão no mesmo patamar das grandes empresas do setor

07.Mar.2014

majors-blog2.jpgEstamos construindo uma empresa de maior valor. Somente neste ano, nossa produção de petróleo no Brasil crescerá 7,5%. Para atingir esse objetivo, em 2013, tivemos a inédita conclusão de 9 plataformas, adicionando mais 1 milhão de barris por dia de capacidade de produção. No ano passado, nossa produção de petróleo e gás natural foi de 2.539 mil bpd, 2% abaixo da produção de 2012. Essa redução, no entanto, é semelhante à noticiada pelas “majors” do setor, que tiveram queda de 2% da produção de 2012 para 2013, conforme balancetes dessas empresas.

Ao analisarmos nosso desempenho desde a descoberta do pré-sal, vemos que nossa produção de petróleo e gás natural cresceu 11%, entre 2006 e 2013. Nas gigantes de petróleo a produção caiu 7% no mesmo período. Considerando apenas a produção de petróleo em 2013, chegamos ao número de 2.059 mil bpd, 3% abaixo da produção de 2012, redução semelhante à divulgada pelas grandes empresas de óleo e gás, que tiveram queda de 2% da produção nesse período. Na comparação referente ao período 2006-2013, apresentamos aumento de 7%, enquanto as demais grandes empresas viram sua produção cair 16%.

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Descoberta de petróleo de boa qualidade na área da Cessão Onerosa

07.Mar.2014

florim.jpgLeia abaixo nosso comunicado, divulgado nesta sexta-feira (07/03), sobre a descoberta de petróleo de boa qualidade na área da Cessão Onerosa:

A Petrobras concluiu a perfuração de dois poços localizados em áreas da Cessão Onerosa, na Bacia de Santos. Os resultados obtidos comprovaram a descoberta de óleo de boa qualidade nos reservatórios do pré-sal, nas áreas denominadas Florim e Entorno de Iara.

O poço 3-BRSA-1215-RJS (3-RJS-725), informalmente conhecido como Florim 2, localiza-se em profundidade d´água de 1.972 metros,  a uma distância de 7 km ao norte do descobridor, Florim (1-BRSA-1116/1-RJS-704), e a cerca de 200 km da costa do Estado do Rio de Janeiro.

O poço Florim 2 comprovou a descoberta de petróleo de boa qualidade (29º API) em reservatórios carbonáticos de excelente qualidade, situados logo abaixo da camada de sal, a partir da profundidade de 5.412 metros, tendo atingido a profundidade final de 5.679 metros.

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Ceraweek: destacamos oportunidades no segmento de gás natural

07.Mar.2014

ceraweek.jpgO diretor da nossa área de Gás e Energia, Alcides Santoro, participou na última quinta-feira (06/03) da conferência Ceraweek, em Houston (EUA), um dos principais encontros de líderes do segmento de energia do mundo. Ele ressaltou que estamos otimistas quanto à exploração em áreas com gás natural convencional e não convencional onshore, cujos blocos foram recentemente licitados no Brasil. "Nosso Plano de Negócios e Gestão para os próximos cinco anos (2014-2018) inclui o investimento em gás convencional e não convencional onshore", disse.

Para Santoro, o planejamento e a regulamentação são importantes para o desenvolvimento desse mercado. "Como vimos no Brasil, duas questões fundamentais para o sucesso são o planejamento integrado de longo prazo e uma estrutura regulamentar estável. Embora elas possam parecer óbvias e simples, é importante ter ambas para atrair investidores para o país", ressaltou. Ele classificou o gás natural como "um aliado para as energias renováveis", pois sua confiabilidade complementa a volatilidade deste tipo de energia e é um parceiro útil para dar apoio ao investimento contínuo em energia renovável.

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Destaques Internacionais – 07/03/2014

07.Mar.2014

Leia as principais notícias internacionais que repercutem nesta sexta-feira

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Produção de petróleo e gás natural crescerá 7,5% em 2014

06.Mar.2014

mosaico-plataformas-legLeia abaixo comunicado oficial que divulgamos a respeito da nossa produção de petróleo e gás natural:

A Petrobras informa que a produção total de petróleo e gás natural da companhia no Brasil em janeiro foi de 2.310 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 2,2% abaixo do volume produzido em dezembro de 2013, que foi de 2.362 mil boed.

A produção exclusiva de petróleo da Petrobras no Brasil em janeiro foi de 1.917 mil barris de óleo por dia (bopd). Esse volume ficou 2,4% abaixo do produzido no mês anterior (1.964 mil bopd).

A redução da produção de petróleo em janeiro de 2014 em relação a dezembro de 2013 decorreu, principalmente, da interrupção da produção na plataforma P-20, no campo de Marlim, para reparos dos danos causados por incêndio no sistema de produtos químicos da plataforma, e devido à parada para manutenção do FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo) Brasil, no campo de Roncador. A venda da participação da Petrobras no Parque das Conchas também impactou em 12 mil bopd a produção do mês de janeiro.

A P-20 vinha produzindo 22 mil barris por dia, e a previsão é que a plataforma volte a operar ainda no 1º trimestre de 2014. Já a interrupção do FPSO Brasil reduziu em 29 mil bopd a produção de janeiro. Esse FPSO está sendo desmobilizado e seus poços estão em processo de remanejamento para outras plataformas do campo de Roncador.

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Confira números de nossa produção em janeiro

06.Mar.2014

producao.jpgNossa produção total de petróleo e gás natural no Brasil, em janeiro, foi de 2 milhões 310 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 2,2% abaixo do volume produzido em dezembro de 2013, que foi de 2 milhões 362 mil boed. Incluída a produção que operamos para nossos parceiros, no Brasil, o volume de janeiro foi de 2 milhões 438 mil boed.

Nossa produção exclusiva de petróleo no Brasil atingiu, em janeiro, a média de 1 milhão 917 mil bopd. Esse volume ficou 2,4% abaixo do produzido no mês anterior (1 milhão 964 mil bopd). Incluída a parcela operada para as empresas parceiras, a produção de petróleo, no Brasil, chegou a 1 milhão 997 mil bopd.

A produção média mensal de petróleo dos campos localizados na chamada província do pré-sal, nas bacias de Santos e Campos, atingiu, em janeiro, a marca recorde de 358 mil bopd, superando em 13 mil bopd a média mensal obtida no mês de dezembro de 2013 (345 mil bopd).

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Recorde de produção de 40 mil barris por dia em Cascade e Chinook

06.Mar.2014

cascade-chinook550.jpgEm 4 de março de 2014, a produção de petróleo de Cascade e Chinook, no Golfo do México, atingiu 40 mil barris por dia. Trata-se de um recorde de produção para os campos, que produzem através de três poços em Cascade e dois em Chinook. Esta marca decorre da entrada em produção de dois novos poços, Chinook-5 e Cascade-6, que agregaram 28 mil barris por dia à produção anterior de 12 mil barris por dia.

Os campos de Cascade e Chinook estão localizados a cerca de 260 km ao sul da costa da Louisiana nos EUA, a uma distância de 24 km um do outro, em local onde a profundidade de água é de 2.500 metros. Os poços têm média de profundidade de 8 mil metros e produzem para o navio-plataforma BW Pioneer, o primeiro FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo) aprovado para operar no setor americano do Golfo do México. O petróleo é transportado do FPSO para a terra por intermédio de navios aliviadores e entregue em refinarias e terminais ao longo da costa norte-americana.

A Petrobras America, Inc é operadora dos dois campos e detém 100% de participação do campo de Cascade e 66,7% do campo de Chinook, em parceria com a empresa Total E&P USA, Inc, que detém os demais 33,3%.

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