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Iniciamos a produção no campo de Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos

20.Dez.2016

mar.jpgIniciamos ontem (19/12), juntamente com nossos parceiros do consórcio BM-S-9, a produção de petróleo e gás natural do campo de Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos, por meio do FPSO Cidade de Caraguatatuba. Essa é a terceira unidade a entrar em operação este ano no pré-sal e o 11º grande sistema definitivo operando nessa camada. Além disso, Lapa é o terceiro campo do pré-sal da Bacia de Santos a entrar em produção, depois de Lula e Sapinhoá.

Localizado a aproximadamente 270 km da costa do estado de São Paulo, em profundidade de água de 2.140 metros, esse navio-plataforma tem capacidade para processar diariamente 100 mil barris de petróleo, comprimir 5 milhões de m3 de gás e está interligado ao campo de Lapa por meio do poço produtor 7-LPA-1D.

Resultados expressivos no pré-sal

O início da produção do campo de Lapa acontece em um momento de resultados expressivos no pré-sal. A produção de petróleo por nós operada nessa fronteira já supera 1,2 milhão de barris por dia e, em novembro, atingimos a marca histórica de 1 bilhão de barris de petróleo produzidos no pré-sal.

Este fato foi possível com a entrada de dez grandes sistemas de produção em apenas seis anos. São eles: Piloto de Lula (FPSO Cidade de Angra dos Reis), Piloto de Sapinhoá (FPSO Cidade de São Paulo), Piloto de Lula Nordeste (FPSO Cidade de Paraty), Lula/Área de Iracema Sul (FPSO Cidade de Mangaratiba), Sapinhoá Norte (FPSO Cidade de Ilhabela), Lula/Área de Iracema Norte (FPSO Cidade de Itaguaí), Lula Alto (FPSO Cidade de Maricá), Lula Central (FPSO Cidade de Saquarema), assim como o FPSO Cidade de Anchieta e a P-58, ambos no Parque das Baleias. Também contribuíram para esse recorde de produção, os poços do pré-sal que foram interligados a sistemas de produção já existentes na Bacia de Campos.

O campo de Lapa está localizado na concessão BM-S-9 operada pela Petrobras (45%), em parceria com a BG E&P Brasil – companhia subsidiária da Royal Dutch Shell plc (30%) – e a Repsol Sinopec Brasil (25%).

Leia também:

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2 comentários

JOSE FERNANDES

21.De.2016

Este campo foi vendido hoje a participação de 35% para a Total e repassada a operação (Petrobras ficou com somente 10%) depois de todo investimento nos poços |(FPSO é afretado e não teve CAPEX). Além disto foi vendida parte da participação (22,5%) de três áreas do enorme campo de Iara (BM-S-11) também para a Total. Valor total em dinheiro US$ 1,6 bilhão. Não foi barato?

Ronnie Pamplona

20.De.2016

Os sistemas de produção com nome Lula é uma vergonha para essa empresa. Creio que ja está na hora de excluir esse nome desses campos de produção. O nome Lula deixa a impressão que a Petrobras ainda é gerida pelo PT e seus asseclas

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