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Registramos lucro líquido de R$ 4,8 bi no primeiro semestre

10.Ago.2017

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Nosso lucro líquido atingiu R$ 4,8 bilhões no 1S-2017, revertendo o prejuízo registrado no mesmo período do ano anterior e refletindo a melhora no nosso desempenho operacional, apesar da menor venda de derivados no mercado brasileiro.

Esse resultado foi alcançado pelo aumento da receita com exportações, em função de maiores volumes e preços de petróleo, assim como menores despesas de vendas, gerais e administrativas e menores gastos com importações de petróleo, derivados e gás natural, além do ganho apurado com a venda da participação na Nova Transportadora do Sudeste (NTS). Por outro lado, houve gastos com adesão aos programas de regularização tributária (PRT e PERT) e maiores participações governamentais, devido ao aumento da cotação do Brent.

No 1S-2017, registramos produção total de petróleo e gás natural de 2.791 mil boed, sendo 2.671 mil boed no Brasil, 6% acima do registrado no 1S-2016. Destacamos a entrada em operação, em maio, da plataforma P-66, na área de Lula Sul, no pré-sal da Bacia de Santos e o recorde mensal de produção operada de petróleo e gás natural na camada pré-sal, atingido em junho, de 1.686 mil barris de óleo equivalente por dia (boed).

As vendas de derivados no mercado doméstico foram impactadas pela retração da demanda e pela concorrência mais acirrada com os demais players, atingindo 1.943 mil bpd, uma queda de 7% em comparação com o 1S-2016. Mantivemos a posição de exportadora líquida com saldo de 401 mil bpd, em função do aumento em 48% das exportações de petróleo e derivados e da redução em 25% das importações, em comparação ao 1S-2016. Contribuiu para a diminuição nas importações o aumento da participação de óleo nacional na carga processada.

Com a maior geração operacional e a redução de investimentos, alcançamos um fluxo de caixa livre de R$ 22,7 bilhões no 1S-2017 e de R$ 9,3 bilhões no 2T-2017. Completamos o nono trimestre consecutivo de fluxo de caixa livre positivo.

A continuidade de uma gestão ativa da dívida possibilitou o alongamento do prazo médio de 7,46 anos, em 31.12.2016, para 7,88 anos, em 30.06.2017, bem como a redução do endividamento líquido em dólares em 7%, que passou de US$ 96,4 bilhões em 31.12.2016 para US$ 89,3 bilhões em 30.06.2017.

O EBITDA Ajustado foi de R$ 44,3 bilhões no 1S-2017, 6% superior ao mesmo período do ano anterior, tendo alcançado um margem de 33%. No trimestre, o EBITDA Ajustado foi de R$ 19,1 bilhões.

Com isso, a métrica financeira Dívida líquida/EBITDA Ajustado traçada por nós no Plano de Negócios e Gestão foi reduzida de 3,54 em 31.12.2016, para 3,23 em 30.06.2017.

Nosso efetivo de pessoal em 30.06.2017 foi de 63.152 empregados, uma redução de 18% em comparação a 30.06.2016 em função do Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV).

A seguir estão resumidos os principais destaques do resultado do 1S17:

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Veja também:

Alcançamos lucro líquido de R$ 4,45 bilhões no primeiro trimestre deste ano

Aumentamos nossa capacidade de processamento de dados exploratórios

Mudamos e estamos seguindo em frente

Postado em: [Institucional]

4 comentários

Fernando Assunção

14.No.2017

Será que a Petrobras continuará se recuperando e fechará 2017 com lucro ou veremos um novo Impairment?

NELSON

11.Ag.2017

Se entendi bem, acho que PETROBRAS erra ao não deixar claro qual foi o LUCRO LIQUIDO excluindo-se as despesas não recorrentes (provisoes). Isso traz distorções quanto ao real desempenho e capacidade gerencial.

Paulo Borimecico

10.Ag.2017

Resultado do quarto tri de 2016- Lucro de 2.510 bilhões Resultado do primeiro tri de 2017- Lucro de 4.449 bilhões Resultado do segundo tri de 2017- lucro de 316 milhões Aumento na produção de petróleo bruto,exportações,redução de custos exploratório explicado. Quanto a aumento nas participações governamentais e demais explicações não explicam tamanha queda no lucro com os 2 trimestres anteriores.A Petrobras esta devendo uma melhor explicação.

Maria Luiza

10.Ag.2017

E quando vão baixar os combustíveis de novo?

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