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Transpetro: conheça nossos principais tipos de navios

31.Out.2014

tipos-de-navios-suezmax.jpgSuezmax

É um navio petroleiro para o transporte de óleo cru. Sua capacidade de carregamento está na faixa de 140 mil a 175 mil toneladas de porte bruto (TPB). Essa embarcação atende às limitações do Canal de Suez, no Egito: largura de 48 metros e calado de 17 metros. Entre os navios da frota da Transpetro, estão Ataulfo Alves, Dragão do Mar, João Cândido, Zumbi dos Palmares, entre outros.

tipos-de-navios-aframax.jpg

Aframax

Também é um navio petroleiro para transporte de óleo cru, e sua capacidade de carregamento está na faixa de 80 mil a 120 mil toneladas de porte bruto (TPB). O nome é baseado na terminologia Average Freight Rate Assessment (AFRA), ou, em português, Valor Médio de Frete. Na frota da Transpetro, as Aframax são Fortaleza Knutsen, Navion Bergen e Recife Knutsen. 

tipos-de-navios-panamax.jpg

Panamax

É um navio petroleiro para o transporte de óleo cru e produtos escuros. Sua capacidade de carregamento está na faixa de 65 mil a 80 mil toneladas de porte bruto (TPB). Essa embarcação atende às limitações das eclusas do Canal do Panamá. Os navios do tipo panamax encomendados pelo Promef serão shallow draft (calado reduzido), de modo a atender aos portos brasileiros. Entre os Panamax, estão: Dan Cisne, Pedreiras, Piquete, entre outros.

tipos-de-navios-produtos.jpg

Produtos

Esse navio petroleiro transporta produtos derivados de petróleo, como diesel, nafta, gasolina, óleo combustível e querosene de aviação. A capacidade de carregamento está na faixa de 30 mil a 50 mil toneladas de porte bruto (TPB). É destinado, prioritariamente, à navegação de cabotagem. Na frota de navios de Produtos, estão Celso Furtado, José Alencar, Sérgio Buarque de Holanda e outros.

tipos-de-navios-gaseiro.jpg

Gaseiro

Esse tipo de embarcação é construída para o transporte de gás liquefeito de petróleo. O navio é destinado, prioritariamente, à navegação de cabotagem. Entre os gaseiros da Transpetro, estão os navios Grajaú, Guarujá e Guaporé.

Os navios acima são operados pela Transpetro. Para mais informações, acesse o site da nossa subsidiária.

CURIOSIDADE:

E o navio-platatorma? O que é e por que o FPSO não entra nessa lista de navios?

O FPSO é um navio que provém, geralmente, da adaptação de um navio petroleiro em uma plataforma de produção, ou seja, da conversão do casco de um navio petroleiro. Diferentemente dos outros navios, que são responsáveis somente pelo transporte, o FPSO produz, armazena e transfere petróleo para os navios aliviadores, permanecendo posicionado sobre os poços produtores.

Floating Production Storage Offloading Unit é a sigla em inglês que identifica essa unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo. Os FPSOs têm capacidade para separar o petróleo do gás e da água durante o processo de produção, armazená-lo nos tanques de carga para, finalmente, transferi-lo para os navios que serão os responsáveis pelo seu transporte.

Quer saber mais sobre plataformas? Confira nosso infográfico.

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Postado em: [Atividades]

14 comentários

anderson freire barboza

31.Ou.2017

Gostaria de saber a diferença entre navio petroleiro e navio aliviador.

Fatos e Dados

08.No.2017

Olá, Anderson

Navio aliviador é aquele que coleta a produção de um FPSO ou de um navio cisterna e a transporta para um terminal terrestre. Ou seja, é um navio de transporte de petróleo entre os campos de produção marítimos e os terminais de terra. O navio petroleiro é destinado ao transporte de petróleo e derivados (navio-tanque). Para mais informações, acesse o site da nossa subsidiária.

lua

19.Se.2017

Gostaria de saber quem fez a homenagem a Transpetro ou a Petrobras escolheram os nomes dos navios.

Júlio Cesar Souza da silva

15.Ju.2017

Trabalhei desde Maio 1974/ Maio/1987 na ISHIKAWAGIMA e tive o privilégio de construir muitos navios para Petrobras dentre os últimos que ajedei a construir nessa empresa foram BARÃO DE MAUÁ, JOSÉ DO PATROCÍNIO, HENRIQUE DIAS E FELIPE CAMARÃO mas orgulhoso ainda é ter ajudado na transformação de um desse se não me falha a memória o JOSÉ DO PATROCÍNIO em FPSO P33 e depois ter embarcado.

Marcos Vinicius

13.Ju.2016

Gostaria de saber como faço para trabalhar em navios da petrobrás?

Fatos e Dados

18.Ju.2016

Olá, Marcos,

nossas admissões são feitas por processos seletivos públicos.

marlon da cruz bernardo

28.Ma.2016

queria sabe mais dos navios bunker queria saber sua historia,sua caracteristica os tipos de produtos que ele trasporta e enque terminas ele fica .. e sua capacidade de carregamento

Fatos e Dados

30.Ma.2016

Olá, Marlon,

sugerimos que acesse o site da Transpetro.

Nathalia Lima

18.Ma.2016

Ola gostaria de saber mais informações sobre o navio Bunker, quando entrou em operação,todos os dados sobre o navio. Em que site posso obter essas informações

Fatos e Dados

24.Ma.2016

Olá, Nathalia,

sugerimos que acesse o site da Transpetro.

ALEXANDRE NASCIMENTO SILVA

07.Ma.2016

Gostaria de saber, se voces possuem mais informaçoes sobre o navio aframax ? Se houver que pudesse esclarecer por email . Agradeço

Fatos e Dados

16.Ma.2016

Olá, Alexandre,

sugerimos que acesse o site da Transpetro.

jose de jesus de sousa

29.Ma.2016

Bom dia, Srs. Tenho de o curso de EBGL, tinha o desejo de conhecer os navios gaseiros.

Simone Barbosa Ferreira

22.Ma.2016

Olá, gostaria de saber quais são os principais portos usados pela Petrobras para exportação e importação do petróleo e seus derivados. Obrigada!

Fatos e Dados

28.Ma.2016

Olá, Simone,

sugerimos que entre em contato com o Fale Conosco da Transpetro.

Felipe Park

10.Ju.2015

Olá, Gostaria de saber quantos barcos FPSOs a Petrobras possui atualmente. Vi uma notícia que a empresa vendeu recentemente parte desses ativos. Muito obrigado

Fatos e Dados

17.Ju.2015

Olá, Felipe,

sugerimos que entre em contato com o Fale Conosco, em nosso site.

Saudações,

a equipe

Maquetista- Rommel

08.Ju.2015

Olá pessoal eu sou maquetista e um cliente me pediu a maquete do Petroleiro José Alencar, se alguém tem os projetos (plantas) desse navio por favor me ajude, ok! Deus abençõe

Fatos e Dados

08.Ju.2015

Olá,

sugerimos que entre em contato com o Fale Conosco da Transpetro.

Saudações,

a equipe

Everton

09.No.2014

Não deve levar em consideração o comparativo do custo da produção interna. O que interessa são os dividendos distribuídos em nossa economia e mão de obra interna. Parabéns a Petrobras por este excelente e bem vindo ônus.

Murilo Costa

04.No.2014

Dois comentários: a) para maior clareza, a matéria poderia dizer a quantidade de navios por tipo; b) faltou o H em Sérgio Buarque de Holanda (no texto sobre navios de produtos).

Fatos e Dados

04.No.2014

Prezado Murilo,

agradecemos pela sugestão e correção.

Saudações,

a equipe.

Ge Wer

03.No.2014

Durante esta campanha eleitoral foi afirmado que a construção de qualquer desses navios, no Brasil, tem ficado 3 vezes mais cara do que a importação de idêntica embarcação. Há verdade nesta afirmação? Quanto normalmente é mais caro produzir no Brasil? Agradeço a atenção. Ge Wer

Fatos e Dados

04.No.2014

Prezado Ge Wer,

Não é verdade que a construção de um navio no Brasil custe três vezes mais do que a importação de uma embarcação idêntica. A comparação com outros países líderes do setor há várias décadas não é adequada porque eles têm indústrias navais maduras, que estão consolidadas, o que barateia custos de produção.
Além disso, é preciso levar em conta que o Brasil vive um processo de retomada da sua indústria naval, que tinha praticamente desaparecido no fim da década de 90 – o setor chegou a ter apenas 2 mil trabalhadores (hoje são mais de 80 mil).
Com a inauguração de novos estaleiros (três somente para atender à demanda do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro – Promef) e com o ritmo de crescimento na exploração e produção de petróleo, sobretudo a partir do pré-sal, a indústria naval brasileira tem cada vez mais demandas e encomendas de embarcações. Com isso, ganha escala, gera empregos e forma uma cadeia de fornecedores cada vez maior. Todos esses elementos levarão o país a ser competitivo mundialmente nos próximos anos, o que acarretará uma diminuição progressiva dos custos.

Saudações,

a equipe.