Como uma companhia de energia comprometida com o desenvolvimento sustentável, realizamos pesquisas e produzimos diversas fontes renováveis de energia. Buscamos a energia na força dos ventos, nos raios solares, nos rios e desenvolvemos pesquisas com hidrogênio combustível, por exemplo.
A utilização da força dos ventos para gerar eletricidade é uma das fontes de energia de maior crescimento no mundo: a taxa média é de 27% nos últimos cinco anos.
Ela causa um dos menores impactos ambientais, por não utilizar água nem produzir gases poluentes. Aqui na Petrobras, utilizamos uma unidade-piloto desde 2004, na cidade de Macau, no Rio Grande do Norte.
Em 2011, iniciamos a operação comercial das usinas Potiguar, Cabugi, Juriti e Mangue Seco. Cada uma delas conta com 13 aerogeradores de 2 MW, o que faz com que o Parque Eólico de Mangue Seco possua a maior capacidade instalada no país com este tipo de aerogerador (104 MW). Energia suficiente para suprir uma população de 350.000 habitantes.
O sol é essencial para a vida na terra. Seus raios emitem energia que pode ser convertida para aquecimento de água ou para geração de energia elétrica. Nossas linhas de pesquisa abrangem essas duas formas: energia térmica e fotovoltaica.
Sua utilização substitui os geradores a diesel em equipamentos de monitoramento de pequenas plataformas de produção de petróleo.
Desenvolvemos ainda um programa de instalação de unidades termossolares em refinarias, campos de produção e postos de serviços no Brasil.
As hidrelétricas são conhecidas dos brasileiros. Com elas, obtemos a energia elétrica de mais baixo custo.
Para utilizar a força dos rios, um recurso natural abundante em nosso país, investimos nas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH). Esse tipo de empreendimento possibilita melhor atendimento às necessidades de carga de pequenos centros urbanos, regiões rurais e unidades industriais.
Na busca por uma fonte de energia que não produz compostos tóxicos, as maiores companhias investem pesado em estudos para tornar viável o uso do hidrogênio combustível.
Nossas pesquisas utilizam uma célula a combustível de hidrogênio, que fornece a eletricidade para mover o veículo. Desenvolvemos o protótipo de um ônibus inspirado no conceito dos trolebus (ônibus elétricos).
No fim do processo, o hidrogênio combina-se com o oxigênio e forma as moléculas de água que serão expelidas pelo escapamento dos veículos.
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Imagine um ônibus que só emite vapor d’água pelo cano de descarga e trafega nas ruas com autonomia de até 300km?
Um dos projetos da Petrobras nas pesquisas do combustível do futuro é o ônibus movido a hidrogênio. Veículos experimentais já foram testados nas ruas e aprovados.
Entre as fontes de energia do futuro está a eólica, que ganha destaque entre as demais por não utilizar água na produção, nem gerar gases poluentes.
O aerogerador pode ser utilizado em locais com ventos acima de 3km/h, 8 horas por dia. A energia elétrica começa a ser produzida a partir de 10 km/h e suporta ventos de até 60 km/h.
A produção de eletricidade com a força dos rios é quase sempre associada a grandes represas, mas essa imagem vem mudando com a solução alternativa encontrada nas pequenas centrais hidrelétricas, as PCHs, que apresentam a vantagem ambiental de não exigirem a inundação de grandes áreas.
Utilizar os recursos com inteligência também é o nosso desafio.