Expandindo os Limites

Novas Fronteiras

Ir além. Esse é um dos desafios recorrentes aqui na Petrobras. Pesquisamos para encontrar novas províncias petrolíferas, novas fórmulas para reexplorar campos maduros e viabilizar acumulações conhecidas.

Foi assim que vencemos os desafios da exploração no mar até chegar ao pré-sal. E é assim que continuaremos a vencer os próximos desafios.

Nas Profundezas

Na década de 80, não havia tecnologia disponível para explorar poços de petróleo a mais de 500m de profundidade. A descoberta dos campos em águas profundas, na Bacia de Campos, nos colocou em um cenário único no mundo.

Nossa criatividade nos levou além, mais fundo. Mudamos os padrões da época e criamos o sistema antecipado de produção. Utilizamos a estrutura de testes dos poços para produzir petróleo enquanto a plataforma fixa não ficava pronta. Não é por acaso que hoje somos líderes em exploração em águas profundas.

Recuperação Avançada

Imagine um banco de areia compacta e imersa em óleo. Um campo de petróleo é mais ou menos assim. Por isso sua extração não é fácil. A solução mais comum é injetar água para aumentar a pressão no poço. A água entra e empurra o óleo para fora.

Quando o poço já foi muito explorado, essa dificuldade aumenta. Aí é hora de pensar como retirar até a última gota de petróleo. Nossas pesquisas inovadoras têm encontrado os processos mais eficientes para esta tarefa.

Scanner da Terra

Antes de explorar um novo campo, muita pesquisa é desenvolvida. Testamos em simuladores para obter conhecimento e viabilizar tecnologias que serão usadas no processo exploratório e para incorporar reservas de petróleo.

Para chegar a um ambiente de realidade virtual, criamos e desenvolvemos cálculos, aprimoramos métodos de simulação de processos geológicos em bacias, com parâmetros e dados específicos.

Cada Vez Mais Fundo

Estamos escrevendo uma nova página da história: produzir nos campos do pré-sal. Um capítulo peculiar por causa de sua grandeza. Desde a distância da costa até os mais de seis mil metros de profundidade do pré-sal.

Para chegar ao petróleo, precisamos atravessar dois mil metros de uma crosta salina. No meio disso, temos que pensar nos equipamentos a utilizar e como transportar o óleo e o gás até a refinaria mais próxima. Próxima? No pré-sal nada é próximo.

Transporte

A experiência de explorar em águas profundas e ultraprofundas nos ajudou a desenvolver processos de transporte em navios e dutos. O que sai dos campos passa por terminais e chega até as refinarias para ser processado.

A tecnologia aplicada na indústria de petróleo nos ajuda a ampliar as formas de transporte, modernizar e aumentar a confiabilidade do processo. É com esse conhecimento que traremos o óleo e gás do pré-sal para o continente.

O futuro no fundo do mar

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O pré-sal é nosso

Descobrir uma camada quilométrica de sal antes do petróleo parecia uma péssima notícia. Mas os geólogos da Petrobras apostaram fundo...

1. Tupi or not Tupi
Desde o Início dos anos 2000, a Petrobras estudava explorar a região de Tupi e encontrar petróleo na camada pós-sal - conjunto de rochas e sedimentos que ficam acima do sal.
2. Atravessando o sal
Para perfurar poços, usam-se brocas cujo atrito gera tanto calor que é preciso injetar lama para resfriar. Quando a lama enche o poço, a pressão a faz subir de volta com amostras do solo perfurado.
3. Notícia salgada
Onde os especialistas esperavam encontrar petróleo, havia somente uma extensa faixa de sal. Mas os pesquisadores da Petrobras enxergaram potencial no novo quadro...
4. Sabor de vitória
Os especialistas consideraram que o sal poderia ter preservado debaixo dele um gigante reservatório de óleo de alta qualidade. Convencer os executivos a perfurar mais fundo valeu a pena! O resto da história você conhece...

O que é o pré-sal?

Por que a camada geológica tem nome de pré-sal se só foi encontrada depois do sal? É que a formação dela aconteceu antes de a camada de sal se acumular, ou seja, pré-sal.

Produzido pelo Estúdio NJovem da Editora Abril.

Petróleo de peso

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Petróleo de peso

Exploração do reservatório de Siri, na Bacia de Campos, coloca a Petrobras como pioneira mundial na extração de petróleo extrapesado em alto-mar

1. Exploração pioneira
A jazida de siri fica a 80km da costa, entre 900 e 1100 metros de profundidade. O projeto prevê a perfuração de 26 poços até 2016
2. Duro na queda
O óleo extrapesado de siri é duzentas vezes mais viscoso que a água. Ele é tão difícil de escoar que, para tirá-lo do fundo do mar, usa-se bombas especiais
3. Liberando a mistura
Para ser processado, o óleo é aquecido a 140ºC e recebe um líquido antiespumante, ficvando menos viscoso e livre do gás acumulado em pequenas bolhas
4. O óleo de siri rende:
Óleos lubrificantes Diesel Resíduos (asfalto etc) Nafta e querosene
17,6% 22,9% 51,5% 8%

Produzido pelo Estúdio NJovem da Editora Abril.

Energia para o futuro

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Levando energia para o futuro

Pesquisadores projetam inovações tecnológicas que devem revolucionar o transporte de petróleo, biocombustíveis e energia

1. Carga livre
Navios de transporte serão compostos por módulos de propulsão e de carga. Terminais de apoio no meio do oceano agilizarão o transporte do óleo extraído no mar.
2. No fluxo da energia
Corredores de energia eólica impulsionarão os navios, transmitindo energia sem fio. Terminais de processamento de gás enviarão energia para o continente e para as baterias dos navios.
3. Na palma da mão
A malha de produção e transporte de petróleo e derivados será controlada por meio de projeções em 3d. Quando o navio chegar ao terminal, o operador abrirá as comportas interagindo com gráficos.
4. Área limpa
Revestimentos compostos de nanopartículas retardarão corrosões em navios e tanques de armazenamento. Scanners analisarão a superfície, avaliando a necessidade de reparos.
5. Dutos inteligentes
Nanossensores aplicados no revestimento interno de dutos monitorarão o nível de corrosão. Os dados serão coletados por esferas que viajam junto com produto transportado.

Produzido pelo Estúdio NJovem da Editora Abril.