Bacia do Espírito Santo

Operação de off-loading com o navio de produção FPSO P-34 e o navio Elka Vassiliki no campo de Jubarte na Bacia do Espírito Santo
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A Bacia do Espírito Santo tem como característica principal a diversidade.

Em terra, a ocorrência de diversos tipos de hidrocarbonetos, desde gás até óleos extrapesados, permite antecipar o uso de tecnologias, tornando a região um laboratório em escala de campo. O início da produção remonta ao final dos anos 1960, tendo sido registradas importantes descobertas desde o fim dos anos 1990, como Fazenda Alegre, Inhambu, Cancã e Jacutinga.

Na parte marítima, com grande potencial para óleo leve e gás, estão os campos de Camarupim, Canapu e Peroá, cuja produção de gás é importante para o fornecimento ao mercado nacional. A primeira produção de óleo em águas rasas teve início em 1978, com o campo de Cação, e a primeira descoberta em águas profundas foi o campo de Golfinho, em 2002, com óleo leve e gás associado.

UO-ES

Campos

Tipo

UF

FPSO Capixaba (CAPX)

Cachalote / Baleia Franca

Flutuante

ES

FPSO Cidade de Vitória (CVIX)

Golfinho / Canapu

Flutuante

ES

FPSO cidade de Anchieta (CDAN)

Baleia Azul

Flutuante

ES

Petrobras XXXIIII (P-34)

Jubarte

Flutuante

ES

Plataforma de Cação 2 (PCA2)

Cação

Fixa

ES

Plataforma de Cação 3 (PCA3)

Cação

Fixa

ES

Petrobras LVII (P-57)

Jubarte

Flutuante

ES

Plataforma de Peroá (PPER)

Peroá

Fixa

ES

Seillean (SEILL)

Cachalote

Flutuante

ES

FPSO Cidade São Mateus (CDSM)

Camarupim / Camarupim Norte

Flutuante

ES

FPSO Espírito Santo (FPES)

Abalone / Ostra / Argonauta

Flutuante

ES