Divulgamos hoje, depois do fechamento do mercado, nosso resultado financeiro referente ao 1º trimestre de 2011.
Confira abaixo o nosso comunicado oficial:
Rio de Janeiro, 13 de maio de 2011 - Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras divulga os resultados consolidados do primeiro trimestre de 2011, segundo os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).
No primeiro trimestre de 2011, o lucro líquido foi de R$ 10,99 bilhões (R$ 0,84 por ação) 42% superior ao lucro do primeiro trimestre de 2010, que foi de R$ 7,73 bilhões. O lucro bruto alcançou R$ 20,20 bilhões no primeiro trimestre do ano, 5% superior ao mesmo período de 2010 (R$ 19,31 bilhões).
O aumento do lucro foi resultado do aumento de 7% no volume de vendas no país, destacando-se o aumento das vendas de gasolina (+7%), óleo diesel (+9%), gás natural (+13%) e QAV (+18%) no comparativo 1T11/1T10. Além disso, a elevação de 3% da produção total de óleo e gás no mesmo período e, pelo lado não operacional, o elevado resultado financeiro (variação positiva de R$ 2.723 milhões) também contribuíram para o resultado.
No resultado segmentado, o aumento do preço do petróleo e do volume de produção no ano influenciaram o resultado do segmento de Exploração e Produção (E&P). Porém, o segmento Abastecimento apresentou queda no resultado em função da elevação do preço do petróleo.
Lucro Líquido por segmento (R$ milhões) 1
| Segmentos (1) | 1T2011 | 1T2010 |
| Exploração e Produção | 9.327 | 7.89 |
| Abastecimento | (95) | 1.116 |
| Outros Segmentos (2) | 1.714 | 1.110 |
(1) Inclui transações inter-segmentos que são eliminadas para cálculo do lucro da Companhia
(2) Não considera Segmento Corporativo
Os investimentos no primeiro trimestre de 2011 totalizaram R$ 15.871 milhões e foram direcionados, prioritariamente, para a ampliação da capacidade de produção de petróleo e gás natural, para o desenvolvimento da produção na área do pré-sal (R$ 7.196 milhões) e melhoria, expansão, conversão do parque de refino e petroquímica (R$ 5.845 milhões).
O nível de alavancagem da companhia manteve-se em patamares confortáveis (17%), abaixo do limite estabelecido pela própria Petrobras, que é de 35%.
Acompanhe as informações do resultado em nosso site de Relacionamento com Investidores.




