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14/06/2012

Rio+20: Apresentamos o etanol produzido com bagaço de cana

Na Rio+20, a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, apresentamos o etanol de segunda geração da Petrobras. O biocombustível abastecerá 40 minivans que iniciam nesta quinta-feira (14/6) o transporte de participantes da conferência. Essa tecnologia aproveita o bagaço de cana como matéria-prima e permite ampliar a produção de etanol em 40% sem utilizar recursos adicionais da natureza.

O presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, que apresentou a tecnologia em nosso estande na Conferência, ressaltou a nossa missão como grande empresa de energia e de inovação tecnológica. "Produzir etanol a partir de resíduos é uma conquista. Significa mais energia com a mesma área plantada. Essa é uma tecnologia que preserva os recursos naturais".

A apresentação contou com a presença da presidenta da República, Dimla Rousseff, e do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. O ministro ressaltou que o Brasil é pioneiro nessa tecnologia para produção de energia renovável. "O Brasil prossegue criando e estabelecendo padrões novos para a economia e para criação de energia limpa", destacou.

Tecnologia do etanol de segunda geração
Nós já produzimos 80 mil litros de etanol de segunda geração em uma planta de demonstração localizada nos Estados Unidos. Nossas pesquisas são realizadas, desde 2004, pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes). Os estudos, em parceria com instituições científicas e empresas de tecnologia nacionais e internacionais, apontam um rendimento de 300 litros de etanol por tonelada de bagaço seco. Uma das parceiras é a KL Energy, proprietária da unidade adaptada por pesquisadores da Petrobras para testar a tecnologia que abastecerá as minivans durante a Rio+20.

O transporte dos participantes credenciados para a Rio+20 é uma ação da Petrobras Biocombustível em parceria com a organização do evento.

Produção e investimentos
Nossa meta é iniciar a produção do etanol de segunda geração em escala comercial no Brasil em 2015. A unidade deverá ser integrada a uma usina de etanol operada pela Petrobras Biocombustível.

O investimento no desenvolvimento dessa tecnologia faz parte dos US$ 300 milhões previstos para pesquisas em biocombustíveis nos próximos anos.

http://www.petrobras.com.br/pt/noticias/rio-20-apresentamos-o-etanol-produzido-com-bagaco-de-cana

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