Ir cada vez mais fundo e vencer o desafio de produzir petróleo em campos marítimos (offshore). Assim nos tornamos uma empresa reconhecida internacionalmente pela excelência mundial no desenvolvimento e aplicação de tecnologia de exploração e produção em águas profundas e ultraprofundas.
Ao "explorar" e "produzir", nós pesquisamos, localizamos, identificamos, desenvolvemos, produzimos e incorporamos as reservas de óleo e gás natural.
Toda a experiência que adquirimos e a tecnologia que desenvolvemos atraem o interesse de empresas de todo o mundo, com as quais assinamos acordos de parceria de exploração e produção no Brasil e no exterior.
Os desafios vencidos nos estimulam a enfrentar os novos. Buscamos ampliar a atuação em áreas de grande potencial de exploração e produção, onde a capacitação operacional, técnica e tecnológica represente diferencial competitivo.
As maiores reservas de petróleo, hoje, estão na plataforma continental, em águas profundas e ultraprofundas. Mas nós nunca descuidamos da produção em terra.
Os resultados obtidos pela produção terrestre na última década têm se mantido constantes, ao contrário do que era de se esperar de uma área madura com alto grau de exploração. Para isso, desenvolvemos novas tecnologias para aumentar a vida útil desses campos.
A produção terrestre está concentrada, principalmente, nas regiões Norte e Nordeste e, em menor escala, no Sudeste, na área do Espírito Santo. A produção média dos campos terrestres é de 210 mil barris por dia de óleo e 17,9 milhões de m3 de gás.
Trabalhamos de maneira sustentável para aumentar a produção e as reservas de petróleo e gás. Para otimizar o fator de recuperação, também adotamos práticas e novas tecnologias em áreas com alto grau de exploração. E agora estamos escrevendo mais um capítulo de nossa história: produzir petróleo nos campos localizados na camada pré-sal.
A Petrobras tem cerca de 65% da área de seus blocos exploratórios offshore em profundidades de água de mais de 400 m. Em conseqüência, nos últimos anos, a empresa tem aumentado suas atividades de perfuração exploratória em águas cada vez mais profundas.
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| Plataforma | Ano | Profundidade | Observações |
|---|---|---|---|
| Enchova | 1977 | 2.629m | Camada Pós-Sal Abriga a maioria das reservas do Brasil. |
| Pirauna | 1983 | 2.825m | |
| Marimbá | 1988 | 3.318m | |
| Marlim | 1992 | 2.930m | |
| Marlim Sul | 1994 | 3.230m | |
| Marlim Sul | 1997 | 3.167m | |
| Roncador | 1999 | 3.759m | |
| Roncador | 2003 | 4.343m | Camada de Sal Camada irregular cuja espessura vai de 1.000 a 2.000 metros |
| Pirauna | 2007 Bacia de Santos (Tupi) |
7.000m | Camada Pré-Sal Por suas características geológicas, marca o início de um novo modelo regulatório, com tecnologia mais resistente a corrosão, altas temperaturas e pressão. |
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Foram as primeiras unidades utilizadas. Têm sido as preferidas nos campos localizados em lâminas d`água de até 300m.
Geralmente as plataformas fixas são constituídas de estruturas modulares de aço, instaladas no local de operação com estacas cravadas no fundo do mar.
As plataformas fixas são projetadas para receber todos os equipamentos de perfuração, estocagem de materiais, alojamento de pessoal, bem como todas as instalações necessárias para a produção dos poços.
Os FPSOs (Floating, Production, Storage and Offloading) são navios com capacidade para processar e armazenar o petróleo, e prover a transferência do petróleo e/ou gás natural.
No convés do navio, é instalada um planta de processo para separar e tratar os fluidos produzidos pelos poços. Depois, o petróleo é armazenado nos tanques do próprio navio, sendo transferido para um navio aliviador de tempos em tempos.
O gás comprimido é enviado para terra através de gasodutos e/ou re-injetado no reservatório. Os maiores FPSOs têm sua capacidade de processo em torno de 200 mil barris de petróleo por dia, com produção associada de gás de aproximadamente 2 milhões de metros cúbicos por dia.
Navio-sonda é um navio projetado para a perfuração de poços submarinos.
Sua torre de perfuração localiza-se no centro do navio, onde uma abertura no casco permite a passagem da coluna de perfuração.
O sistema de posicionamento do navio-sonda, composto por sensores acústicos, propulsores e computadores, anula os efeitos do vento, ondas e correntes que tendem a deslocar o navio de sua posição.
As plataformas semisubmersíveis são compostas de uma estrutura de um ou mais conveses, apoiada por colunas em flutuadores submersos. Uma unidade flutuante sofre movimentações devido à ação das ondas, correntes e ventos, com possibilidade de danificar os equipamentos a serem descidos no poço.
Dois tipos de sistema são responsáveis pelo posicionamento da unidade flutuante: o sistema de ancoragem e o sistema de posicionamento dinâmico.
As plataformas semisubmersíveis podem ou não ter propulsão própria. De qualquer forma, apresentam grande mobilidade, sendo as preferidas para a perfuração de poços exploratórios.
São constituídas, basicamente, de uma balsa equipada com estrutura de apoio, ou pernas, que, acionadas mecânica ou hidraulicamente, movimentam-se para baixo até atingirem o fundo do mar. Em seguida, inicia-se a elevação da plataforma acima do nível da água, a uma altura segura e fora da ação das ondas.
Essas plataformas são móveis, sendo transportadas por rebocadores ou por propulsão própria.
Destinam-se à perfuração de poços exploratórios na plataforma continental, em lâmina d`água que variam de 5 a 130m.